THEORIA, POIESIS e PRAXIS: A UNIVERSIDADE de AVEIRO COMEMORA 44 ANOS….

A Universidade de Aveiro (UA), em Portugal, está completando 44 anos de existência. Criada no ano de 1973, em um contexto de expansão e renovação do ensino superior em Portugal, a UA rapidamente se transformou em uma universidade de referência devido à alta qualidade da sua investigação, do seu corpo docente e das suas infraestruturas.

Além dos diversos cursos de licenciatura a UA possui um vasto leque de cursos de formação especializada (CFEs), cursos de especialização tecnológica (CETs), de mestrado e doutorado. Em 2011, a UA foi considerada uma das melhores universidades da Europa e a melhor de Portugal, segundo o ranking da revista britânica Times Higher Education.

A UA concentra-se quase integralmente em Aveiro no Campus Universitário de Santiago, uma vasta área situada entre a zona lagunar das salinas e o centro da cidade. As exceções são a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda, a Escola Superior de Design, Gestão e Tecnologias da Produção Aveiro Norte, com sede em Oliveira de Azeméis, e algumas residências dispersas pelo distrito.

Chegada à linda cidade de Aveiro por trem, ou comboio como se diz em Portugal.

O campus se constitui como uma “pequena cidade”, com os seus espaços naturais e os cerca de 40 edifícios que o compõem: edifícios de ensino, de pesquisas, de apoio administrativo e técnico, residências, cantinas, bares, farmácia, banco, agência de viagens (Top Atlântico), correios, bibliotecas, livraria, papelaria, reprografia, centro de saúde universitário, loja do Cidadão Universitário, loja da Universidade, complexo desportivo (com pista de atletismo), salas para espetáculos e conferências, galerias para exposições, jardim infantil e creche. Além disso, o hospital fica muito próximo, ao lado da universidade.

Vista panorâmica do campus principal da Universidade

Os edifícios foram projetados por alguns dos melhores arquitetos portugueses, e portanto, o Campus Universitário de Santiago pode ser considerado uma sala de exposições da moderna arquitetura portuguesa, visitada todos os anos por arquitetos e estudantes de arquitetura de todo o mundo. Todas as infraestruturas de estudo, pesquisa, de apoio, culturais, desportivas e lazer encontram-se reunidas num único espaço, oferecendo excelentes condições de vida aos estudantes e todos os que fazem parte da comunidade acadêmica, sem necessidade de deslocamentos.

Vista parcial do Campus de Santiago.

Em fevereiro deste ano em visita à Universidade, eu conversei com a professora Graça Magalhães*, diretora do 2º ciclo de Estudos de Arte do Mestrado em Criação Artística Contemporânea do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, que gentilmente me mostrou seu departamento e outros locais da universidade, e a quem posteriormente enviei questões para saber mais a respeito do setor que ela dirige e como está se desenvolvendo a pesquisa em artes e poéticas visuais, em uma das mais conceituadas universidades da Europa.

Como está situado o Mestrado em Criação Artística Contemporânea, em relação ao conjunto dos cursos que a UA oferece aos seus estudantes?

A UA é uma instituição pública que produz, difunde e transfere conhecimento e cultura centrado no desenvolvimento nacional e internacional, reforçando a ligação com os países de língua oficial portuguesa. Dispõe de uma oferta formativa diversificada, transversal aos seus departamentos, adotando perspetivas multidisciplinares e eticamente orientadas.

O Mestrado em Criação Artística Contemporânea (MCAC) instalado no Departamento de Comunicação e Arte (DeCA), enquadra-se nos princípios gerais do projeto educativo, científico e cultural da Universidade de Aveiro (UA), na medida em que procura ir ao encontro do tecido sociocultural que a UA procura servir, através de um plano curricular centrado no potencial artístico e criativo dos mestrandos, alicerçando a aprendizagem na experimentação de diversos meios e tecnologias numa inter-atuação com outras áreas científicas e recursos humanos e técnicos, potencializando a transdisciplinaridade e interatuando com a oferta cultural da região.

Apresentação CreART 2017.

O curso está inserido num campus que integra diversificadas áreas do saber facilitador da experimentação artística em variados formatos e meios e assim providenciando diversificados recursos técnicos e aprendizagens práticas, individuais e coletivas, que desenvolvem competências de investigação especializada e transdisciplinar que sustentem o trabalho de concepção e debate artístico. Do ponto de vista da praxis artística poder interagir com outros departamentos com especificidades muito variadas, científicas e humanísticas que se revelam um uma fonte de estímulo e desenvolvimento artístico.

Workshop de Fotografia Analógica.

A política intrainstitucional da UA têm-se refletido em M CAC nas colaborações com outros ciclos de estudos e iniciativas da UA, na partilha de unidades curriculares e docentes. Outras colaborações têm surgido ao nível da expansão e dinamização das competências dos alunos de M CAC, que com os docentes, colaboram ativamente em atividades extracurriculares/produções criativas no/do DeCA.

Quais as metas e objetivos do curso?

A construção do perfil do criador, pela sua amplitude, compreensão e profundidade, é desenvolvida de forma holística, integrando metodologias e práticas de investigação em arte, basilares na formação em Estudos de Arte. O curso está alicerçado numa formação transversal resultado do cruzamento de várias áreas científicas instaladas formal e conceptualmente no DeCA.

Trabalho resultante de Residência Artística.

Pretende-se fortalecer a experimentação artística em variados formatos e meios, providenciando diversificados recursos técnicos e aprendizagens práticas; questionar o significado da criação na contemporaneidade, estimulando a reflexão critica dos processos sociais e culturais em arte; desenvolver competências, aptidões e métodos de investigação especializada e transdisciplinar que sustentem o trabalho necessário à conceção, desenvolvimento e debate de projetos artísticos; formar artistas/mediadores culturais no âmbito da Criação Artística Contemporânea capazes de operar individual e coletivamente.

Quais as perscpectivas no mercado de trabalho para os estudantes que obtém essa formação?

Na UA existem vários mecanismos de aconselhamento, em particular, o Gabinete de Estágios e Saídas Profissionais (GESP), que promove ações de preparação para entrada no mercado de trabalho. Todos os estudantes da UA podem participar em experiências de mobilidade. Estas podem ser concretizadas através de um período de estudos, um estágio curricular ou um estágio profissionalizante, numa instituição parceira, no âmbito de projetos europeus de cooperação e mobilidade, ou no âmbito do conjunto alargado de redes e grupos de cooperação internacional com universidades de todos os continentes.

Atividade em Aula.

Com o objectivo da integração dos estudantes de MCAC no mercado de trabalho é promovida a participação interdisciplinar em projetos e atividades artísticas em parceria com fundações e associações culturais bem como a organização de exposições em museus e galerias locais e regionais. Essas atividades de desenvolvimento tecnológico e artístico, tem expressão através de projetos e ações de criação artística nacionais e internacionais de especificidade variada tais como: participação em workshops e residências artísticas desenvolvidos com as instituições locais; participação em conferências nacionais e internacionais abertas à comunidade; exposições a partir da colaboração com museus e instituições locais; criação e montagem de projetos artísticos.

O contributo real destas atividades possibilita a valorização da prática individual e coletiva artística que serve de instrumento para a consolidação e sucesso no âmbito económico e cultural de organizações, instituições e empresas com as quais os estudante individual ou colectivamente virão a estar ligados.

Exposição no Museu de Aveiro.

Quais as disciplinas que os estudantes têm ao longo do curso?

Os estudantes têm ao longo do ciclo de estudos uma formação alicerçada num conhecimento transdisciplinar abarcando diferentes competências. Ao nível das competências transversais salientam-se a capacidade de reflexão crítica sobre os processos sociais e culturais em arte, manualidade e proficiência técnica nos diferentes media, assim como em várias tipologias de apoio computacional.

As primeiras deduzem-se do facto de as Unidades de Crédito (UCs) de maior índole teórica requererem, normalmente a realização de trabalhos de síntese; já em relação ao segundo grupo, de competências mais práticas, são abordados diversos sistemas computacionais e novas tecnologias, com aplicações que vão desde as instalações audiovisuais aos sistemas interativos, passando pela realidade virtual (arduíno, Processing, M axmsp), com o objectivo de fortalecer a experimentação artística.

Instalação na Residência Artística.

Estas valências são trabalhadas quer no âmbito das unidades curriculares de projecto (LECA I e II, PIA e UCs opcionais: Vídeo Arte, Estudos de Fotografia, Expressão Gráfica e Plástica), quer através de workshops não curriculares e atividades complementares de formação, com especial destaque para a participação numa residência artística anual em parceria com uma associação cultural da região (Associação Binaural/Nodar).

As competências de investigação especializada, são igualmente desenvolvidas na exposição final de trabalhos (projectos artísticos) que tem lugar no Museu de Aveiro | Santa Joana Princesa e ainda, pontualmente, nas galerias locais. As competências interpessoais como o trabalho em grupo e capacidade de relacionamento interpessoal, necessárias ao trabalho de equipa pluridisciplinar são desenvolvidas em várias UCs, e consolidadas no grande projecto conjunto da exposição anual no Museu de Aveiro.

Exposição dos trabalhos de estudantes no Museu de Aveiro.

Que avaliação faz dos trabalhos resultantes do curso?

O Mestrado em Criação Artística Contemporânea (MCAC) conta com mais de uma década de existência tornando-se já uma referência no panorama cultural da cidade de Aveiro à qual a UA pertence. Valorizando as questões inerentes à investigação no domínio da arte contemporânea, o trabalho dos estudantes de MCAC procura instaurar uma reflexão sobre o discurso e sobre a materialidade da produção artística, integrando metodologias e práticas de investigação basilares na formação em Estudos de Arte.

Estudantes realizando um projeto na Residência Artística.

Os projectos artísticos individuais e colectivos realizadas pelos alunos no âmbito da sua formação académica permitem-lhes questionar o significado da criação na contemporaneidade e consequentemente promove a diversidade de abordagens no contexto artístico em que estarão inseridos como poderá ser verificado pelos projectos aqui divulgados.

*Graça Magalhães nasceu na cidade do Porto, em Portugal, 1960. Atualmente é diretora do 2º ciclo de Estudos de Arte do Mestrado em Criação Artística Contemporânea do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro e membro integrado do Instituto de Investigação em Design, Media e Cultura (ID+). No âmbito da sua formação académica foi bolseira do Ministério dos Negócios Estrangeiros Português e da Fundação Calouste Gulbenkian em Roma e Florença onde estudou conservação e restauro (1987-90), do Ministério da Educação Japonês (Monbusho) durante o mestrado em Técnicas de Impressão, na Tama Bijutsu Daigaku, Tóquio, (1990-1993) e da Fundação para a Ciência e Tecnologia durante o doutoramento com a Tese  A frágil totalidade. O significado do desenho no projecto de design. Poética e técnica: estudo de desenhos portugueses realizados a partir da 2ª metade do séc. XX, 2012.  Publicou em diversas revistas nacionais e internacionais bem como participou em vários congressos nacionais e internacionais sobre desenho e imagem. Trabalhou como artista plástica em Portugal e em países estrangeiros. Entre 1977-79 estudou e colaborou com a companhia de Teatro Seiva Trupe, Porto.

Profa. Graça Magalhães e eu, em fevereiro de 2017.

Fotos: Acervo da UA (MCAC) e Izabel Liviski.

Fonte: https://www.ua.pt/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FOTOGRAFIA E LITERATURA: REVELANDO PAISAGENS ÍNTIMAS….

A disciplina Literatura e Outas Linguagens: Landscapes Stories, ministrada pelo professor Rodrigo Vasconcelos Machado na Universidade Federal do Paraná neste semestre, teve como proposta a imersão produtiva no fazer fotográfico a partir da interface entre a literatura e a paisagem urbana, com um  caráter inteiramente experimental.

O curso, oferecido a alunos de diversas áreas e à comunidade em geral, possibilitou aos participantes vivenciar o processo de criação fotográfica através da literatura, trabalhando individualmente ou em equipe, o que rendeu trabalhos extraordinários, reunidos em uma exposição na Sala Arte, Design & Cia. da UFPR, e publicação em e-book.  Destacamos aquí, o ensaio fotográfico de Luiz Gustavo Singeski* e Isabela Fiori.

“Paisagens íntimas

A paisagem é o lugar dos que não têm lugar. O contrário do que é ligado à destinação, à domesticidade. Do que é habitável, morada. Privilégio de cidades estrangeiras visitadas pela primeira vez, dos desertos, das ruínas, dos céus pitorescos: serem desorientadores. Não acolhem, desolam o espírito. Interrompem o tempo e o espaço, impõem uma pausa ao pensamento.

“Curva”

Mas quando é que se tem paisagem? Kant diz que é toda vez que o espírito se desprende de uma matéria sensível para outra, conservando nesta a organização sensorial conveniente para aquela, ou pelo menos sua lembrança – o campo para o citadino, a cidade para o camponês. 

“Dobra”

O paisagista é aquele que vê as coisas de um outro ponto de vista; há a paisagem sempre que o olhar se desloca, o desenraizamento é sua condição. Neste ensaio, o corpo coisificado é transmutado em paisagem e os elementos da paisagem, corporizados. Sugere-se a criação de uma fisionomia da paisagem – aproximação da paisagem ao corpo: uma paisagem íntima.

“Estrutura”

As imagens deste ensaio partem da negação da perspectiva numa imagem superficial que permite a assimilação do plano geral ou médio ao close, a equiparação de um espaço com o corpo. Surge assim um olhar tátil. 

“Veio”

Sobreposição de camadas e superfícies que enrugam, fendem e descascam. Constituição de um espaço único de conjunções, de articulações de fragmentos.

“Forma”

Um espaço tátil. O mundo – a paisagem – num close. O retrato de corpo não produz um objeto parcial; ele o retira do seu lugar e tempo para tomá-lo em si mesmo.”

“Fenda”

 

*Luiz Gustavo Singeski é Arquiteto e Urbanista.

www.oficinaurbana.com.br

SERVIÇO:

Sala Arte, Design & Cia.

UFPR/REITORIA – Endereço: Rua General Carneiro, 460 – Hall do Edifício D. Pedro I – horário comercial.

DE 16 DE OUTUBRO A 2 DE NOVEMBRO.

 

MUITO ALÉM DA SELFIE…

“Um retrato! O que poderia ser mais simples e mais complexo, mais óbvio e mais profundo?” (Charles Baudelaire)

Na História da Arte, o Autorretrato é definido como uma imagem ou representação que o artista faz de si mesmo, independente do suporte escolhido. Esse tipo de auto-representação passou a ser cada vez mais frequente a partir da renascença italiana, e muitos artistas recorreram a essa forma de expressão, até mesmo chegando a uma espécie de obsessão como Rembrandt (1606-1669) que realizou quase uma centena de autorretratos, ou a pintora francesa Élisabeth Vigée Le Brun (1755-1842) também adepta dessa modalidade, ou ainda Frida Kahlo (1907-1954) autora de mais de cinquenta autorretratos, constituindo uma verdadeira autobiografia pictórica.

Autorretrato de Lebrun.

 

Também na fotografia o self-portrait se desenvolveu como um sistema de representação, fotógrafos de todas as tendências produziram fascinantes autorretratos cheios de significados, como o dadaísta e depois surrealista Man Ray (1890-1976) Vivian Maier (1926-2009) entre tantos outros. Cindy Sherman (1954-) fotógrafa norte-americana, é protagonista de todos os seus trabalhos em que discute os papéis impostos às mulheres pela sociedade, pela mídia, e pela arte, interpretando estereótipos femininos inspirados em filmes hollywoodianos, por exemplo.

 

Man Ray, self-portrait.

 

Cindy Sherman

 

É preciso, porém, diferenciar o autorretrato da “selfie”, tão popularizada atualmente nas redes sociais. Por curiosidade consta que a primeira selfie da história foi registrada pelo químico amador e fotógrafo Robert Cornelius, em 1839 (nos inícios da fotografia) em um daguerreótipo. Se isso de fato ocorreu, ele deve ter preparado o equipamento na parte de trás da loja da sua família na Filadélfia, removido a tampa da lente, em seguida correu e se sentou por um minuto antes de cobrir as lentes de sua câmera novamente.

Daguerreótipo de Robert Cornelius, 1839.

 

Para se estabelecer as principais diferenças entre um e outro não basta citar apenas a tecnologia: como se sabe, selfies em geral são feitas com smarthphones enquanto o autorretrato requer equipamento mais especializado. E se analisarmos questões de contexto e interpretação, percebemos que muitos autorretratos são criados para serem lidos como arte, sendo exibidos em museus e galerias, enquanto as selfies são compartilhadas como parte de uma interação, estando ligadas à pessoa retratada de forma íntima. Mas as diferenças não param por aí.

Para conhecer e colocar em prática, as diferenças profundas entre as duas modalidades, é que Charly Techio* realizou recentemente a “Oficina de Autorretrato – Além da selfie!” no Curso de Fotografia do Centro Europeu, em Curitiba.** “Abordei o conceito de autorretrato na história da arte, em relação a utilização da selfie; a percepção de seu corpo e o conceito que os alunos gostariam de passar através da imagem”, conta Charly, acrescentando que “o Autorretrato foi realizado não para falar de si (mesmo que todas as imagens que um fotógrafo produza, falem algo de si), mas usando o próprio corpo como um veículo para passar ideias.”

Assim, esta oficina que teve um enfoque na fotografia contemporânea, abordou o corpo como representação de ideias, a performance para a câmera, as técnicas de auto-representação e exercícios de reflexão sobre si mesmo para a construção de conceitos, desconectando o autorretrato como expressão artística da já tradicional selfie. Veja abaixo, alguns dos resultados obtidos pelos alunos na realização do curso:

Foto: Amanda Lavorato

 

Foto: Carol Leardini Picolo‎

 

Foto: Fernanda Camacho

 

Foto: Sandra Hiromoto

 

Foto: Thiago Zanotti‎

 

Foto: William Hara‎

 

 

Autorretrato de Charly Techio.

*Charly Techio, é formada em publicidade (UTP, 1998), pós-graduada em Fotografia (UniCuritiba, 2003) e em História da Arte Moderna e Contemporânea (Embap, 2010). É Supervisora do Curso de Fotografia do Centro Europeu de Curitiba (desde 2005) e do Curso de Artes Visuais (desde 2015); onde ministra aulas de Foto Arte.

Participou de diversas mostras coletivas e salões de arte, como o 15º MAM Bahia (2008), 63º SalãoParanaense (2009), 6º Salão dos Artistas Sem Galeria (SP e BH, 2015), e o 3º Salon d’Automne França-Brasil (SP, 2015); mostra “Diversidade e Afinidades: Universo x Reverso” acervo do Espaço Cultural Contemporâneo (Brasilia, 2010), “Momento Criativo da Arte Contemporânea Brasileira”, AVA Galleria (Helsinque, 2015) e no Consulado do Brasil nos Eua (NY, 2015).

Em 2009 recebeu Menção Honrosa, pelo ensaio apresentado para o Foto Arte Brasília, em 2010 foi 1º lugar no Salão de Arte de Atibaia SP e em 2013, recebeu Menção Especial pelo Conjunto da Obra, no Salão de Arte Contemporânea de Ponta Grossa – PR.
Individualmente expôs seu trabalho na Secretaria de Estado da Cultura do Paraná (Curitiba, 2005), no Museu de Arte Contemporânea de Cascavel (PR, 2007) na Galeria Lunara, (Porto Alegre, 2008), no Palacete dos Leões, (Curitiba, 2011); na Fnac (Curitiba, 2013); na Galeria Ponto de Fuga (Curitiba, 2013), no Museu da Fotografia de Curitiba, 2016.

Participou da residência artística Berlin_im_Fokus durante o mês de junho de 2013, na Alemanha, e expôs seu trabalho realizado neste período no Bethaniem Haus, em Berlim.

 

** A Oficina de Autorretrato – Além da Selfie! foi realizada dentro da programação do Subtropical 2017 – Festival de Criatividade Urbana: http://www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/agenda/subtropikal-2017/

 

Para informações sobre os Cursos de Fotografia, Artes Visuais e tantos outros, do Centro Europeu:

 

 

41 3233 6669
Rua Benjamin Lins, 999
Curitiba – PR

http://centroeuropeu.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Postagens recentes

Assine nossa Newsletter

Faça parte dos nossos assinantes.

Estatísticas de Acesso