EFEITO BORBOLETA

A complexidade do conhecimento adquirido pela raça humana ao longo de toda a civilização, a profundidade que atingimos em algumas áreas do saber, a interligação entre fenômenos físicos e químicos, para não falar no avanço de nossas noções sobre antropologia e psicologia, com certeza necessitariam um sistema educacional muito mais eficiente que aquele que possuímos hoje no Brasil.

Transmitir esta soma de saberes numa escola ainda dividida em “disciplinas”, como se cada uma fosse isolada da outra, crendo possível aprender história sem o mínimo conhecimento de onde aconteceu – geografia – porque aconteceu – sociologia – o que havia de condicionantes para o fato – economia e política -, para ficar num pequeno exemplo, mostra o quanto nosso paradigma reducionista é extremamente limitado, não permitindo a real compreensão dos fatos.

Matemática é “vilã” para a maior parte dos estudantes e, se perguntados para que estudá-la, a resposta quase padrão será: para obter sucesso no ENEM, ou no Vestibular, ou em algum concurso público. Isso é parte da verdade, realmente o conhecimento e o manejo de certas regras da disciplina podem fazer a diferença em certames, mas a triste constatação é que esta proficiência geralmente decorre de conceitos decorados e práticas “treinadas”, sem muita noção de onde vêm e para que servem na realidade.

No entanto, esta não é uma questão simples, dado que grande parte dos docentes foi educada neste sistema isolacionista, tornando-se conhecedor de um determinado segmento de um certo assunto, mas tendo dificuldades em abordar de forma mais geral tópicos da própria matéria que leciona.

Ilustração do Efeito Borboleta. Disponível em http://mundo1aberto.blogspot.com/2015/

 

A compreensão global dos fatos abre novos horizontes, nos torna mais aptos à apreensão, e principalmente à escolha de um melhor cenário para a vida pessoal e também comunitária. O futuro de cada um e, em consequência de toda a comunidade, pode ser escolhido por aqueles capazes de desenvolver o que é chamado de atitude prospectiva, isto é, que procura olhar um pouco mais longe, com preocupação com a comunidade e a sustentabilidade, destacando tendências de médio prazo, isolando fatores determinantes para isso.

O gênero humano sempre se demonstrou capaz de promover alterações em sua realidade, e embora tenha arriscado muito por saber que tudo pode mudar, que as coisas não são estáticas, e o horizonte mais longínquo pode não ser assustador.

A metodologia clássica de estudos científicos considera os chamados “sistemas abertos”, a realidade, dinâmica, complexa, adaptativa e algo imprevisível; porém, para facilitar e simplificar a análise tende a transformá-los em “sistemas fechados”, em que as regras e princípios estabelecidos são mais facilmente aplicáveis.

É o que ocorre com os modelos matemáticos ou estatísticos, mesmo os mais sofisticados, que são no limite, lineares, baseados em um número finito de variáveis e tratando todas as demais como estáticas. O “mundo real” não é exatamente como modelado, ainda que modelos bem feitos o reproduzam com razoável e prática fidedignidade.

No início dos anos 1960 foi codificada uma forma de ver o Universo de maneira mais dinâmica, não-linear, e que por contemplar eventos imprevisíveis e suas consequências igualmente imprevisíveis – num sistema aberto e caótico – recebeu o nome de Teoria do Caos. Foi originada pelo meteorologista americano Edward Lorenz que observou a correlação entre fenômenos simples e resultados complexos.

Trabalhando com um programa computacional que simulava o movimento de massas de ar, Lorenz modificou a precisão dos cálculos, reduzindo o número de casas decimais dos números dos dados de entrada; contrariamente ao esperado, os resultados foram muito distintos dos iniciais, mostrando um padrão de massas de ar diferente do inicialmente calculado. Daí criou-se a teoria conhecida popularmente como “efeito borboleta”, segundo a qual um evento simples, como o bater de asas de uma borboleta no Nepal, poderia desencadear uma série de consequências, como um furacão no Caribe.

Estes modelos, mais próximos da realidade, nos alertam para cautela em nossos atos: preservar o mundo para as próximas gerações implica nas atitudes que tomamos hoje, tanto do ponto de vista pessoal quanto organizacional. Sustentabilidade é sistema aberto, precisamos cuidar que nossa borboleta provoque bons eventos futuros.

“Não imaginávamos que existia mais fascistas do que gays dentro do armário”: o Brasil à beira do abismo.

Eri Cavalcanti

Doutor em História pela UFPE e professor da Unifesspa

 

Este texto, como qualquer outro, carrega as marcas do tempo de sua gestação. Outubro de 2018. Começo esta escrita com um profundo sentimento de angústia, de aflição e de indagação sobre os muitos “porquês” que podem explicar o cenário catastrófico que se aproxima de forma tão violenta para o País.

Durante muito tempo, usava-se a expressão “sair do armário” para se referir às atitudes em que um homossexual se revelava gay perante a sociedade. Permanecer no armário, portanto, era resultante de um conjunto de práticas por meio das quais a sociedade reprimia toda forma de expressão dos sentimentos homoafetivos. O ato de sair do armário representava romper com o silêncio. Significava tornar presente um sentimento. Era sinônimo de fazer ver; de fazer-se presente; de sair da invisibilidade; de mostra-se e marcar uma presença. Entretanto, no cenário das eleições de 2018, outras “coisas” estão saindo do armário. A cada dia, deparamo-nos com inúmeras cenas em que as pessoas se colocam como representantes de ideias antidemocráticas.

Cresce o número de pessoas que externaliza e se identifica com ideias literalmente fascistas. Elas se orgulham, até, de se autodenominarem machistas, homofóbicas, misóginas, racistas; e publicam isso. Falam abertamente que negros devem voltar à senzala. Que as mulheres devem ficar submissas aos homens. Que os gays devem ser espancados para se consertarem. Que os indígenas são preguiçosos e não devem ter direitos a terra, cultura, liberdade e vida. Nessa dimensão, poderíamos dizer que o fascismo está saindo do armário e, com ele, estamos percebendo que existia muito mais fascistas enrustidos do que imaginávamos.

Em 2005, iniciavam as minhas pesquisas sobre ditadura militar no Brasil. Há exatos 13 anos começavam os estudos sobre o período ditatorial de 1964. Quase todas as vezes que ia aos arquivos do DOPS-PE, um sentimento me fazia companhia. Certo “ar de surpresa” misturado com algumas pitadas de “indignação”. Esses sentimentos eram constantes quando me deparava com as delações publicadas nos jornais ou nos órgãos de segurança. Diversos cidadãos civis eram estimulados a delatar as pessoas do seu convívio social que poderiam ser consideradas uma ameaça à segurança do País porque discordavam politicamente dos ditadores. Também me causava surpresa perceber, nos jornais, diversas publicações narrando que inúmeras mulheres católicas estavam indo às ruas para pedir que os militares invadissem o Brasil e derrubassem os governos eleitos para impedir que o comunismo triunfasse no País.

Ao olhar aquelas reportagens e as delações feitas nos órgãos de segurança — que contribuíram significativamente para a instauração e consolidação da ditadura, e que depois foram usadas para justificar as mais horrendas torturas — eu me perguntava “como era possível?” Como alguém poderia ir até a polícia e delatar seu vizinho porque ele pensava politicamente diferente? Como poderiam entregar aos militares pessoas que apenas discordavam e defendiam projetos políticos distintos? Confesso que, em alguns momentos da pesquisa, até imaginava que essas ações ocorriam porque a sociedade naquela época era atrasada ou desinformada. Imaginava que, atualmente, jamais iria ocorrer algo parecido. Que nos tempos atuais, as pessoas eram mais tolerantes, mais bem informadas, mais respeitosas com as diferenças. Lamentavelmente, eu estava muito enganado.

Desde a reeleição de Dilma Rousseff para presidente do Brasil, em 2014, temos assistido a inúmeras demonstrações de atitudes violentas. São pessoas que desferem agressão verbal ou física como forma de lidar com atitudes e/ou pensamentos contrários aos seus. O cenário das eleições de 2018 se tornou ambiente de guerra. Uma simples acessada às redes sociais pode nos servir de termômetro para visualizar e ter uma dimensão parcial do clima de enfretamento extremo que estamos vivendo. A violência não está limitada aos espaços virtuais. Estendem-se às ruas. Está na esquina. Está na padaria. Na farmácia. Na escola.

Cada vez mais, inúmeras pessoas se sentem autorizadas a verbalizar seus preconceitos. A externar seu ódio. Colocam para fora sua ira, seu rancor. Multiplicam-se os exemplos de atos violentos contra as mulheres, contra os negros, contra os gays, contra os indígenas. Essas pessoas estão saindo do armário e demonstrando uma face de perversidade e violência que deve nos deixar em estado de alerta. Na disputa pela presidência, no cenário atual, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) apresenta um longo histórico de demonstração de desrespeito aos principais fundamentos do estado democrático de direito. Já expressou ser contrários às políticas públicas em defesa dos indígenas. Já demonstrou não concordar com que a mulher tenha salário igual ao do homem. Ele incita a violência, cotidianamente, e defende a liberalização e o uso de arma de fogo. Já demonstrou, expressamente, atitudes de preconceito a homossexuais, a negros e a migrantes. Já foi desrespeitoso com jornalistas quando discordaram dele. Os exemplos são muitos.

Por meio de seus discursos, o candidato do PSL parece demonstrar uma representação típica de um candidato fascista. Um candidato que coloca a democracia em perigo. Seus discursos, posturas e atitudes corroboram com essa interpretação. Inúmeros jornais, sobretudo da imprensa estrangeira, têm sinalizado o perigo e a ameaça que ele representa para a jovem democracia do Brasil. Em contrapartida, os principais órgãos da imprensa, no Brasil, têm feito vista grossa a essa ameaça. Alguns, como a evangélica TV Record, fechou alianças com esse candidato.

É oportuno ressaltar que não existe lugar para a neutralidade. Todos os órgãos de imprensa que se omitem estão contribuindo com o cenário de conflito e ajudam a fortalecer o crescimento das ideias fascistas no Brasil. Optar em não fazer a crítica e mostrar o perigo é ser também responsável pelas consequências dos atos de violência que crescem em solo adubado pelo ódio no Brasil nesse momento.

Os dados da votação do primeiro turno sinalizam um conjunto de questões que merece ser colocado à discussão. Como podem tantas pessoas se identificarem com as ideias expostas pelo candidato do PSL? Como é possível tamanha adesão às ideias antidemocráticas que estimulam a violência e o desrespeito? Não se tratam de grupos isolados, mas de quase 48 milhões de pessoas que, de alguma forma, identificaram-se com as ideias desse candidato.

Talvez não caiba o sentimento de surpresa. Se formos tomados pelo pesar e lamento, não podemos continuar apenas com a indignação. Talvez tenhamos que rasgar a cortina para despir alguns “elementos” da sociedade brasileira. Por que será que a imprensa internacional já sinalizou a gravidade da situação e nossa imprensa permanece quase que muda e surda? Não acredito que seja questão de cegueira. Talvez seja questão de conivência, às vezes velada, às vezes explícita. Por isso, acredito que é necessário expor a carne podre e o pus que também formam parte da cultura brasileira, sobretudo de uma parte da população que se identifica com os valores antidemocráticos do candidato do PSL.

Por que tantas pessoas estão expressando seu ódio aos gays, por exemplo? Será porque, simplesmente, o inominável candidato também destila seu ódio a esse segmento social? Não acredito. Há bastantes indícios para acreditar que, na sociedade brasileira, existiam mais fascistas dentro do armário do que gays. Há muitas razões para o “coiso” — como ficou conhecido — ter obtido tantos votos. Uma delas, certamente, é a identificação entre o que as pessoas acreditam/pensam/desejam e o que ele representa. Nesse sentido, a adesão e o voto a esse candidato expressam muitos signos e significados dos seus eleitores.

Por esse ângulo de percepção, todos aqueles que se identificam com um projeto de sociedade progressista, menos desigual e mais justa falharam em alguma dimensão. Todos nós, em certo sentido, falhamos. Não podemos negar o caráter violento da nossa cultura. Não podemos esconder o pus vivo que pulsa nas veias dos sentimentos racistas de milhares de brasileiros e brasileiras. Não podemos esconder que corre o sangue machista nas posturas de milhares de homens que ainda acreditam que o lugar da mulher é na cozinha e que estão empenhados em fazer isso acontecer. Não há como esconder que temos uma larga parcela da população que é homofóbica, que deseja o extermínio do gay e da lésbica ou de qualquer um que não se enquadre em seu modelo heteronormativo. Não podemos negar que uma grande maioria de brasileiros destila um virulento ódio às minorias socialmente discriminadas.

Pulsam nas veias de uma larga maioria de brasileiros e brasileiras o ódio, a ignorância, o racismo, o machismo, a misoginia e a homofobia. Como podemos ter ignorado por tanto tempo esses elementos que agora saltam aos montes como serpentes famintas? É muito difícil pensar na construção — e talvez na reconstrução — de uma sociedade com tamanha adesão ao fascismo. Mas é urgente. Falhamos enquanto sociedade. Falhamos enquanto cientistas, pesquisadores/professores, formados em uma ciência que ignorou demasiadamente suas relações com a sociedade para além dos seus interesses meramente técnicos e metodológicos. Mas não há tempo para choro ou lamento. Resta-nos o combate com os nossos instrumentos dentro dos nossos espaços de atuação e condições de luta. Nossa sobrevivência não está garantida. Poderemos ser destruídos como pessoas, como sujeitos. É destruição que se projeta, e não é no sentido metafórico, lamentavelmente. Destruição simbólica. Destruição sentimental. Destruição física. Destruição existencial.

Finalizo essas palavras com dor, pesar, lamento, indignação, revolta, angústia e decepção. Mas, também, com a certeza de que TUDO é movimento, que TUDO é construção e reconstrução permanente. Finalizo com a certeza de que, se abandonarmos a luta em defesa dos nossos princípios, estaremos desistindo da vida, dando de bandeja a vitória ao fascismo. Já sobrevivemos a uma ditadura militar que vigiou, controlou, puniu, perseguiu, prendeu, processou e matou seus opositores. Espero que nunca mais isso volte a acontecer, mesmo já aparecendo sinais que indicam a real possibilidade da violência tomar conta da nossa sociedade, como ocorreu com o mestre Moa do Catendê, morto à facada por ter expressado que votou no PT ontem nas eleições presidenciais.

 

Imagem publicada no Jornal Extra, edição de 08 de outubro de 2018.

Todos aqueles que estimularam o ódio e promoveram o discurso de violência tem sua parcela de responsabilidade. Todos os órgãos da imprensa que, da mesma forma, estimularam o ódio ou se calaram diante do crescimento das ideias extremistas — que pregam a violência e a intolerância — têm igualmente sua parcela de responsabilidade nesse crime e em todos outros que estão ocorrendo ou que podem vir a ocorrer.

ALIANÇA FRANCESA: Dia Europeu das Línguas e Festival da Canção Francesa.

Os Institutos Europeus de Curitiba se reúnem para comemorar o Dia Europeu das Línguas!

Embora se comemora oficialmente dia 26 de setembro, os Institutos de Curitiba se reuniram no dia 22 de setembro, sábado, para celebrar a diversidade linguística de um continente e no dia 26 de setembro, quarta-feira, para uma mesa redonda sobre a importância de estudar uma língua estrangeira.

Por que se comemora este dia? É uma oportunidade de:

  • sensibilizar-se para a grande variedade de línguas na Europa;
  • promover a diversidade cultural e linguística;
  • incentivar pessoas de todas as idades a aprender línguas – conhecer várias línguas faz com que seja mais fácil ingressar no mercado de trabalho, além de ajudar no desenvolvimento intercultural das empresas;

Você sabia que:

  • são mais de 200 línguas europeias;
  • são 24 línguas oficiais da UE;
  • são cerca de 60 línguas regionais/minoritárias;
  • muitas outras línguas são faladas por populações de outras partes do mundo;

Informações sobre o evento:
Evento gratuito e aberto ao público.
Confira a programação de cada instituto nos menus abaixo.
Vagas sujeitas a lotação e por ordem de chegada (não é necessário efetuar inscrição prévia).
Programações sujeitas a alteração.
Estacionamento: R$ 5,00 o período (durante o evento). Acesso pelas ruas Fernando Amaro, 154 e Reinaldino S. de Quadros, 33.

Aliança Francesa – Unidade A Fábrika.

Em comemoração às línguas europeias, a curadora Cassandra Joerke instalará uma chuva poética com poesias em francês, alemão, italiano, polonês e espanhol.
SORTEIO DE BOLSAS: Cada instituto irá sortear uma bolsa de estudos integral para iniciante completo. Basta inscrever-se até 22/09, 17h, no Goethe-Institut. 
Presença de foodtrucks:
Mister Churros (comida espanhola)
Knaipe (comida alemã)
Volante Birra (cervejas)
Receitas da Família (Pão com Barreado; Hambúrguer de costela com provolone; Lasanha de linguiça Blumenau com creme de queijo; Cupcakes)

 

PROGRAMAÇÃO ALIANÇA FRANCESA
AULAS (PRÉDIO CENTRAL) CULTURA (PRÉDIO CENTRAL)
13h00 Aulas experimentais de francês (iniciante)
PLANTÃO TESTES DE NIVELAMENTO

14h00 Aulas experimentais de francês (iniciante)
Atelier Paris je t’aime (em português)
PLANTÃO TESTES DE NIVELAMENTO Intercâmbios e estudos na França
15h00 Aulas experimentais de francês (iniciante)
Atelier A Curitiba francesa! (em português)
Atelier Paris c’est chic! (em português)

PLANTÃO TESTES DE NIVELAMENTO Atelier degustação de vinhos e queijos
16h00 Aulas experimentais de francês (iniciante)
Atelier conversation (conversação nível intermediário – A2)
PLANTÃO TESTES DE NIVELAMENTO
17h30 SORTEIO DE BOLSAS DE ESTUDOS | LOCAL: AUDITÓRIO DO GOETHE-INSTITUT
PROGRAMAÇÃO GOETHE-INSTITUT
PROGRAMAÇÃO GOETHE-INSTITUT SALAS DE AULA & BIBLIOTECA AUDITÓRIO

Aliança Francesa – Unidade A Fábrika.

13h00 Aula experimental de alemão (iniciante) Duração 1h. Lotação max. 16 pessoas Filmclub Goethe – PLANET GOETHE – Warum lernen Sie Deutsch? Porque aprender alemão? O que o Papa Francisco e a diva de ópera Renée Fleming tem em comum? Eles estudaram alemão no Goethe-Institut! O filme narra o panorama fascinante do ‘Alemão como língua estrangeira’ de 1951 até os nossos dias e apresenta material de arquivo inédito e histórias pessoais de alunos do mundo todo. Um documentário de Maren Niemeyer. Legendas em português. Duração 87min. Lotação máxima 70 pessoas
14h00 Inauguração da Ludoteca (Biblioteca)

-Kaffeestube (até 17h00). Doces alemães, receitas e um bom café!

14h30 Estudar na Alemanha. Do ensino médio brasileiro para uma Universidade alemã. Apresentação: Gilson Schubert. Lotação max. 70 pessoas
15h00 Aula experimental de alemão (iniciante) Duração 1h. Lotação max. 16 pessoas

Ludoteca em ação (Biblioteca)

Contação de História bilíngue – Para crianças entre 4 e 9 anos, sem conhecimentos prévios de alemão. Duração 1h. Lotação max.: 20 pessoas

Ludoteca em ação (Biblioteca)

16h00 Filmclub Goethe – DER GESTIEFELTE KATER – O GATO DE BOTAS Märchen für Junge und Junggebliebene / Contos Grimm para todas as idades
17h00 MUSIK
Durante toda tarde, no Foyer do Instituto: Exposição de fotos dos finalistas do concurso de fotografia ‘Alemanha_CWB’ e premiação do 1. lugar
17h30 SORTEIO DE BOLSAS DE ESTUDOS | LOCAL: AUDITÓRIO DO GOETHE-INSTITUT

PROGRAMAÇÃO CASA DA CULTURA POLÔNIA BRASIL
13h00 Apresentação e Sarau de Poesias da autoria de Janusz Korczak.

14h00 Relato sobre o ensino de língua polonesa para crianças – Programa Licenciar da UFPR – Aluna Débora Queirollo Mussak.
16h00 Conversação em polonês com as Professoras Regiane Maria Czervinski e Professora Paula Cristina Celli.
17h30 SORTEIO DE BOLSAS DE ESTUDOS | LOCAL: AUDITÓRIO DO GOETHE-INSTITUT

PROGRAMAÇÃO CENTRO DE CULTURA ITALIANA PARANÁ SANTA CATARINA
13h00 Aula experimental de italiano
14h20 I gesti italiani
15:10 Gli italiani al bar e al ristorante
16:00 A saga de Gian Luigi Corso: partigiano, alpino e emigrante / Gian Luigi Corso
17H30 SORTEIO DE BOLSAS DE ESTUDOS | LOCAL: AUDITÓRIO DO GOETHE-INSTITUT
PROGRAMAÇÃO INSTITUTO CERVANTES
HORÁRIO AULA E CULTURA BIBLIOTECA
13:00 Aula experimental de espanhol/Professora Tania Alonso Galán
14:00 Simulado DELE, com sorteio de uma bolsa para o exame/Professora Tania Alonso Galán

Oficina de gravura com Denise Roman

15:00 Oficina e degustação: De aperitivos (tapas) e museus. O triângulo das artes de Madri/Professor Miguel Aznar Acosta.
Contação de histórias para crianças/Amanda Bueno e Caroline Fernandes
16:00 Clube de conversação em espanhol: Europa/Professor Alfredo Borges Guigou
16:30 Apresentação de dança típica com o Centro Espanhol do Paraná
12h às 17h30 Exposição de obras de Desiree Sessegolo em homenagem aos 125 anos do nascimento de Joan Miró.
17H30 SORTEIO DE BOLSAS DE ESTUDOS | LOCAL: AUDITÓRIO DO GOETHE-INSTITUT

FESTIVAL DA CANÇÃO FRANCESA:

Criado em Porto Alegre em 2008, o Festival da Canção Francesa se tornou referência em música contemporânea francófona. Organizado em três etapas, candidatos de todo o Brasil têm a chance de interpretar canções em francês e concorrer a uma viagem com acompanhante para Paris. As inscrições são gratuitas e abertas a cantores amadores ou profissionais!

Festival da Canção Francesa de 2017

Este ano, o tema é livre e serão muito bem-vindas propostas originais e contemporâneas da música francófona! Para se inscrever, o candidato precisa preencher o formulário com seus dados pessoais e a gravação em formato MP3 de sua canção em francês.

Premiação Etapa Regional:
1º lugar: participação na Final Nacional em São Paulo, com hotel e voo arcados pela organização do Festival.
2º lugar: Uma bolsa de estudo na modalidade “regular” de 1 (hum) semestre nas unidades da Aliança Francesa de Curitiba (validade até: dezembro 2019)
3º lugar: Um voucher para um atelier temático nas unidades da Aliança Francesa (validade: até dezembro 2019)
Premiação Etapa Final:
1º lugar: duas passagens de ida e volta para Paris (Air France) + 6 noites de hospedagem em Paris
2º lugar: um fim de semana em clube de férias (Club Med) para duas pessoas

3º lugar: um jantar ou almoço para duas pessoas no valor máximo de R$ 500,00 em restaurante escolhido pela Aliança Francesa, na cidade do contemplado.

Bertrand Lacour e Paulo Diniz,  primeiro lugar no Festival da Canção Francesa de 2017

Calendário: 
28 de maio 2018 Lançamento e publicação do edital no Site da Aliança Francesa
De 11 de junho a 31 de agosto 2018 Inscrições
De 01 de setembro a 14 de setembro 2018 Seleção dos candidatos
A partir de 17 de setembro 2018 Divulgação dos selecionados no Site
28 de setembro 2018 Apresentação da Etapa Regional.
Teatro Londrina (memorial de Curitiba)
19h00
07 de novembro Apresentação do Festival: Etapa Nacional. Final e Premiação em São Paulo
Regulamento Festival da Canção Francesa 2018 – CURITIBA
Enviar 0 formulário de inscrição para contato@afcuritiba.com.br

UNIDADE PRUDENTE DE MORAES
Horário de atendimento
2ª a 5ª: 08h00 – 21h30
6ª feira: 08h00 – 20h00
Sábados: 08h00 – 12h00

Fone: 55 (41) 3223-4457
UNIDADE A FÁBRIKA
Horário de atendimento
2ª a 5ª: 08h00 – 21h30
6ª feira: 08h00 – 20h00
Sábados: 08h00 – 12h00

Fone: 55 (41) 3223-4457 – 3262-1700

Regulamento Festival da Canção Francesa 2018 – Curitiba:

Festival da canção francesa – 2018