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Vitórias Régias

A (des)graça desse riso e suas encenações.

No sudeste do Pará, a construção de um saber ordinário – composto de estereótipos discricionários sobre o maranhense – tem tido expressão e circulação nas anedotas e rimas de histórias. Em geral, considera-se a recorrência do tema e seus conteúdos como algo “normal”, característico de uma prática discursiva que visa a provocar o riso.

Relações de Gênero entre os Mebengôkre Xikrin do Djudjê-kô: uma breve introdução.

Não temos a pretensão de, nessas poucas linhas, dar conta da História Xikrin desde tempos imemoriais. Buscamos antes, situar o leitor sobre os Mebêngôkre, a localização da reserva indígena e as relações de gênero entre os Mebengôkre Xikrin do Djudjê-kô a partir da estrutura organizacional de sua aldeia. Destacamos então a Terra Indígena Cateté com as Aldeias existentes dentro da reserva, que são: aldeia Kateté, aldeia Djudjê-kô e aldeia O`odjã. As aldeias Xikrin estão localizadas próximo ao rio Cateté, na bacia do rio Itacaiúnas, sendo a aldeia Kateté a mais antiga; a nascida de cisão desta, a Djudjê-kô (aldeia onde realizamos nossas pesquisas desde 2005); e, posteriormente, com nova cisão também da aldeia Kateté, nascera a aldeia O`odjã.