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“O DELÍRIO DO VERBO”, PEÇA COM JONAS BLOCH, É ATRAÇÃO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA

“Noventa por cento do que eu escrevo é invenção. Só dez por cento é mentira” – Manoel de Barros (1916-2014)

A CAIXA Cultural traz a Curitiba, de 05 a 08 de julho, a peça “O Delírio do Verbo” com o ator Jonas Bloch interpretando textos de Manoel de Barros. Uma narrativa cheia de poesia e humor, que traz um novo olhar sobre a vida, numa linguagem inovadora e surpreendente. O renomado ator Jonas Bloch, com mais de 50 anos de atuação em teatro, cinema e televisão, apaixonou-se pelos textos de Manoel de Barros e selecionou os que se adaptavam ao teatro para realizar esse espetáculo.

“Ao ler Manoel de Barros, fiquei tão emocionado, que meu primeiro impulso foi o de compartilhar suas palavras com todo mundo. Selecionei os textos, procurando dar uma visão das diversas faces da obra deste grande poeta. A grande ambição do ator é ser instrumento da beleza, mensageiro de um mundo novo.

Fazer com que as pessoas saiam de sua rotina e vivenciem outros universos, tenham experiências que ampliem seus horizontes e cresçam como seres humanos. Manoel de Barros nos oferece isso, um novo olhar sobre a vida, transgride a linguagem estabelecida, a visão estratificada de nossa cultura, abre nossos olhos para as coisas mais essenciais, abrindo caminhos para uma renovação”, comenta Jonas Bloch.

Foto de Cena 1

 

Considerado por Carlos Drummond de Andrade, “o maior poeta brasileiro”, a poesia de Manoel não é composta de rimas e métrica. Não se baseia num clima romântico tradicional, é plena de humor, de inovações e delicadezas. A equipe do espetáculo tem a supervisão de Emílio de Mello, também ator, figurinos de Cassio Brasil e desenho de luz de Bruno Cerezoli. A cenografia é inspirada no artista Arthur Bispo do Rosário, cuja obra se identifica com as citações de Manoel de Barros.

Ambos encontram beleza em coisas que não damos importância, transformando-as em poesia, as “coisas sem santidade”. O ator Jonas Bloch, também formado em Artes Visuais, é quem assina o cenário da peça, assim como o trabalho artesanal presente na cenografia.

Jonas Bloch:

Com mais de 50 anos de profissão como ator, Jonas Bloch dividiu sua carreira entre televisão, teatro e cinema. Participou de novelas, como “Mulheres de Areia”, “A Viagem” e “Novo Mundo”; estrelou filmes como “Amarelo Manga” e “Cabra Cega”; atuou em filmes e séries internacionais, com destaque para “Discretion Assured”; e emprestou seu talento a montagens como “Hamlet” e “Sonho de uma Noite de Verão”, ambas de Shakespeare.

Jonas Bloch também foi professor universitário. Já atuou em 38 peças de teatro, 40 filmes, e em 47 produções para a TV. Foi premiado no Festival de Cinema de Recife, em Pernambuco; no “Guarnicê” – Festival de Cinema do Maranhão; e no Festival Latino-Americano de Cinema de Canoa Quebrada, no Ceará. O ator, que possui mais de 50 anos de carreira, interpreta textos de Manoel de Barros numa narrativa cheia de poesia e humor. Ele apresenta um novo olhar sobre a vida com uma linguagem inovadora e surpreendente.

Foto de Cena 2

 

Manoel de Barros: 

Manoel de Barros foi vencedor de dois prêmios Jabuti. Guimarães Rosa, que fez a maior revolução na prosa brasileira, comparou os textos de Manoel a um “doce de coco”. Foi também comparado a São Francisco de Assis pelo filólogo Antônio Houaiss, “na humildade diante das coisas (…). Tenho por sua obra a mais alta admiração e muito amor.” Segundo o escritor João Antônio, a poesia de Manoel vai além: “Tem a força de um estampido em surdina. Carrega a alegria do choro.”

Millôr Fernandes afirmou que a obra do poeta é “única, inaugural, apogeu do chão.” E Geraldo Carneiro afirma: “Viva Manoel violeur d’amores, violador da última flor do Lácio, inculta e bela. Desde Guimarães Rosa a nossa língua não se submete a tamanha instabilidade semântica”.

Para assistir a trechos de “O Delírio do Verbo”:
https://www.youtube.com/watch?v=6evkyDUqEsI&feature=youtu.be

Serviço:
Teatro: “O Delírio do Verbo”, com Jonas Bloch
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: de 05 a 08 de julho de 2018 (quinta a domingo)
Obs.: Dia 05 haverá intérprete de libras e bate papo com o ator.
Horário: de quinta a sábado, às 20h e domingo, às 19h.
Ingressos: vendas a partir de 30 de junho (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 14h às 19h.)
Duração: 50 minutos
Classificação etária: 14 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Assessoria de Imprensa Local
Glaucia Domingos
41 99909 7837
glauciadomingos@hotmail.com

Assessoria de Imprensa da Caixa
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
fernandezcorreamc@gmail.com

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Curitiba (PR)
(41) 3544-5641
www.caixa.gov.br/imprensa | @imprensaCAIXA
www.caixa.gov.br/cultura

Fotos: Guga Melgar

 

Despedida e discurso de encerramento do Curso de Educação em Direitos Humanos

No último sábado (09/06), o Curso de Educação em Direitos Humanos – UFABC realizou o último encontro presencial desta edição do curso, além das bancas de avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso da pós-graduação lato sensu em Educação em Direitos Humanos, turmas de Especialização e Aperfeiçoamento.

Após as palavras iniciais dos membros da mesa de abertura, os oradores convidados se juntaram à Profa. Dra. Ana Maria Dietrich e proferiram suas considerações sobre esta jornada a seus colegas e ouvintes.

Este foi um grande momento, já que os próprios cursistas puderam dizer o que o curso representou para eles ao longo destes meses. Confira aqui a íntegra do relato do cursista Rodrigo Martins, da turma de Aperfeiçoamento – Polo Diadema.

Além do belo discurso, Rodrigo Martins também enviou um agradecimento especial à sua tutora ao longo do curso, Cecília Prado, que é possível conferir abaixo:

“Adorei a experiência propiciada pelo curso e sou muito grato por seu inestimável apoio ao longo de toda a caminhada. 

Aliás, em minha trajetória escolar e acadêmica, jamais tive um professor tão dedicado na correção dos trabalhos. O seu detalhado feedback, com o perdão do estrangeirismo, ajudou-me muito na compreensão dos temas trabalhados na bibliografia. E sua agradável companhia animou as manhãs dos encontros presenciais em Diadema. Sentirei saudades. 

Peço a gentileza de você estender os meus cumprimentos à professora Ana Maria, à Nathália, e aos demais professores e tutores. 

Um forte abraço,

Rodrigo Martins”

Confira como foi o II Encontro presencial do curso de Educação em Direitos Humanos

No último dia 17 de março, o Curso de Educação em Direitos Humanos realizou mais um encontro presencial, o segundo de cinco previstos até o fim de nossa jornada.
Nesta aula, alunos da pós-graduação lato sensu em Educação em Direitos Humanos assistiram, simultaneamente, às aulas dos professores Doutores Artur Zimerman e Ivan Filipe Fernandes.
As aulas foram transmitidas diretamente do polo de Diadema, via Youtube, para outros 3 polos da rede Uniceu Uab: Casa Blanca, São Rafael e Pera Marmelo.
Durante as aulas, que tiveram como temas Violência no campo e Democracia, os alunos puderam fazer profundas reflexões, promovendo profícuos debates e levantando importantes questões sobre o momento que os Direitos Humanos atravessam, com foco nos temas propostos.
Após a realização das web-conferências, os alunos puderam tirar dúvidas com os professores, enviando seus questionamentos através do Youtube, para quem estava nos demais polos, ou pessoalmente, para quem esteve em Diadema.
Na segunda parte do dia, os cursistas se reuniram em grupos e expuseram seus pensamentos aos colegas para, ao final da discussão entre eles, submeter suas conclusões à avaliação dos respectivos tutores.
Compartilhamos vivências importantes nessa incrível experiência de aprendizado sobre Educação em Direitos Humanos.

Alunos finalizam atividades do II encontro ao lado do tutor Adriano Silva e da coordenadora do Curso de Educação em Direitos Humanos, Profa. Dra. Ana Maria Dietrich.

Conheça os novos colunistas da Contemporartes

A Contemporartes inicia os trabalhos esse ano com novos colunistas e novas colunas. Conheça:

 

Novas colunas

 

DEUSAS, HUMANAS E CIBORGUES

Mensalmente, domingo.

Clarissa de Franco é Psicóloga, Doutora em Ciência das Religiões, com Pós-Doutorado em Ciências Humanas e Sociais. Professora de Pós-Graduação da UNIFAI, Pesquisadora Doutora Colaboradora da Universidade Federal do ABC. Atua há cinco anos como psicóloga na Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Políticas Afirmativas da UFABC, voltada à promoção de ações afirmativas e defesa dos direitos humanos, com foco em diversidade e inclusão nas universidades. Foi chefe da Seção Psicossocial da UFABC por dois anos, com atendimento à comunidade, visitas domiciliares, discussão de casos, parceria com a rede pública de saúde, atenção a casos de violência e vulnerabilidade social. Experiência em atendimento a jovens, trabalho com redução de danos, inclusão, saúde comunitária, acessibilidade e deficiência, gênero e direitos humanos. Linhas de pesquisa: 1) Gênero e religião; feminismo islâmico; LGBT e intolerância religiosa. 2) Gênero e Estudos pós-coloniais; 3) Universidade e políticas de inclusão, políticas afirmativas. 4) Tolerância, Laicidade, Direitos Humanos e religião. 5) Psicologia, morte, luto e espiritualidade. 6) Islamofobia, xenofobia e racismo. 7) Ateísmo e espiritualidades laicas. 8) Psicologia, modernidade e religião.

Acompanhe a coluna: Deusas, Humanas e Ciborgues 

 

ENTRE RIOS E FRONTEIRAS

Semanalmente, segunda-feira.

Airton dos Reis Pereira é graduado em História (2000), pela Universidade Federal do Pará (UFPA); mestre em Extensão Rural (2004), pela Universidade Federal de Viçosa (UFV); e doutro em História (2013), pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Filho de camponeses migrantes de Minas Gerais, foi posseiro e agente de pastoral da Diocese de Conceição do Araguaia e da Comissão Pastoral da Terra (CPT), no sul e sudeste do Pará. Atualmente é professor Assistente IV, do Departamento de Filosofia e Ciências Sociais, da Universidade do Estado do Pará (UEPA), Campus de Marabá. É também professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas Territoriais e Sociedade na Amazônia (PDTSA), da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA). É autor do livro “Do posseiro ao sem-terra: a luta pela terra no sul e sudeste do Pará” (Editora da UFPE, 2015) e possui diversos artigos publicados em revista e em jornais de circulação regional, nacional e internacional.

Geovanni Cabral possui Licenciatura Plena em História pela Universidade Federal Rural de Pernambuco- UFRPE, Especialização no Ensino de História -UFRPE, Mestrado em História pela Universidade Federal de Pernambuco- UFPE, Doutorado em História pela Universidade Federal de Pernambuco- UFPE – área de concentração História do Norte e Nordeste do Brasil. Tem experiência na área de História Cultural, Brasil Republicano, História da Educação, Ensino de História, Cultura Popular e Patrimônio e Educação à Distância. É Professor Adjunto da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará e membro do grupo de pesquisa Interpretação do tempo: ensino, memória, narrativa e politica (iTempo – CNPq/Unifesspa). Atualmente vem desenvolvendo pesquisas na área do Ensino de História tendo como eixo investigativo o uso da fotografia em sala de aula e novas linguagens. Autor e coordenador dos livros A história e suas práticas de escrita, editados pela Editora da Universidade Federal de Pernambuco.

Maria Clara Sales Carneiro Sampaio é graduada em Direito pela PUC-SP (2001-05) e em História pela USP (2002-06,desenvolveu as pesquisas de mestrado e de doutorado no Programa de Pós Graduação em História Social da USP. Com apoio Fapesp, realizou estágio internacional na Yale University (2010-11), como Visiting Assistant in Research. É,atualmente, Professora Adjunta da Faculdade de História (FAHIST) da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA). Também é coordenadora da Pós-Graduação Lato Sensu ” Ensino, Educação Histórica e Direitos Humanos” da FAHIST- Unifesspa.* Ministra cursos nas áreas de História das Américas, História do Brasil e História do Direito (na Faculdade de Direito – FADIR). Tem experiência de pesquisa em Arquivos Nacionais e Internacionais, em especial nos Estados Unidos e Reino Unidos. Os temas de principal interesse estão relacionados à Escravidão e Abolição, Diversidade e Tolerância, Relações de Trabalho e Migrações, Relações Raciais e de Gênero. Líder do grupo * Raça trabalho e poder: africanidades, identidades negras e ideologias na história da Amazônia* – RTP – AINIHA/Cnpq por onde desenvolve o projeto “Circulações Atlânticas, raças, trabalho e migrações em perspectivas transnacionais no século XIX”.

 

Inaldo Chaves Licenciado em História pela Universidade Federal da Paraíba (2010); mestre (2013) e doutor (2017) em História pela Universidade Federal Fluminense. Atualmente é docente da Faculdade de História da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (ICH/FAHIS/Unifesspa). Foi professor assistente na Universidade Federal do Amapá (UNIFAP). Integra a Cia das Índias – Núcleo de História Ibérica e Colonial na Época Moderna (CNPq/UFF) e o Laboratório de História Social da Amazônia (CNPq/Unifesspa). Atua na área de História, com ênfase em Teoria e Metodologia da História e História do Brasil, principalmente nos seguintes temas: história política, espaço e região, territorialidades, administração portuguesa; populações indígenas; capitanias do Norte; Amazônia colonial.

 

Monalisa Pavonne Oliveira Professora do curso de licenciatura em História da Universidade Federal de Roraima, vice-diretora da Associação Nacional de História (ANPUH) – Seção Roraima, biênio 2018-2019. Formação: doutora em História pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2016), doutorado sanduíche na Universidade de Lisboa (2014-2015); mestre em História pela Universidade Federal de Ouro Preto (2010); Bacharel e Licenciada em História pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2005).

 

Kátia Maria dos Santos Melo Possui Graduação em Serviço Social pela Universidade da Amazônia (1997), Especialista em Gestão em Política Social pela Universidade Federal do Pará (1999), Mestrado em Política Social pela Universidade de Brasília (2003) e Doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Política Social do Departamento de Serviço Social ? SER/UNB.- Brasília (2016). Professora Efetiva da Universidade do Estado do Pará (UEPA) desde 2008. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa sobre Violências, Tráfico e Exploração Sexual de Crianças, Adolescentes e Mulheres – Violes/SER/UnB e do Grupo interdisciplinar de Pesquisa em Sociedade, Saúde e Meio Ambiente na Amazônia da UEPA

 

 

Acompanhe a coluna: Entre Rios e Fronteiras

 

VEREDAS LITERÁRIAS

Mensalmente, quarta-feira.

Dário Neto, graduado em Letras, mestre e doutor em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo. Especialista em Machado de Assis. Autor do Livro de contos Candelabro, publicado pela Editora Metanoia. Atualmente, é professor Colaborador na Universidade Estadual do Paraná em Paranaguá, onde leciona as disciplinas Literatura Brasileira, Literatura Portuguesa, Produção de Texto, Metodologia da Pesquisa Científica, Teoria da Literatura e Literatura Universal. A proposta da coluna Veredas Literárias é apresentar um panorama sobre a Literatura, pontuando sua especificidade, isto é, discutir os elementos estéticos que singularizam a Literatura e seus diferentes gêneros. Além disso, propõe-se apresentar relevância nos dias atuais e suas diferentes formas de receptividade. Pretende-se também tratar tanto da Literatura em seu quadro geral, como também de autores específicos e suas contribuições para a nossa riqueza literária. Os diferentes aspectos que singularizam a arte literária serão apresentadas em diálogo com as questões sociais, políticas e humanística dos tempos modernos.

Acompanhe a coluna: Veredas Literárias

 

Novos colunistas

ARTEFATO

Mensalmente, sexta-feira

Tiago da Cunha Rosa é Arquiteto e Urbanista pelo Centro de ensino Superior de Juiz de Fora (2016) e Especialista em artes visuais (2017). Interessado por temas como preservação do patrimônio cultural e pelas relações raciais no campo da Arquitetura. Atualmente Leciona na faculdade Doctum de Caratinga, onde ministra disciplinas como projeto urbano, Teoria do paisagismo e teoria da Arquitetura e Urbanismo.

 

Acompanhe a coluna: Artefato

 

ESPAÇO DO LEITOR, RADAR LEPCON E DROPS CULTURAL

Autores/organizadores

 

Éverton Siqueira é estudante de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo. Estagiário no curso de Educação em Direitos Humanos na Universidade Federal do ABC – UFABC e editor-assistente nas Revistas ContemporArtes e Contemporâneos.

 

 

Nathália Vaccani é graduada em Rádio e TV pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS. Atua como gerente-administrativa no Curso de Educação em Direitos Humanos na Universidade Federal do ABC – UFABC.

 

 

 

Acompanhe as colunas:

Espaço do Leitor 

 

 

 

 

 

 

Drops Cultural

 

 

 

 

 

 

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