Radar Lepcon

Confira como foi o II Encontro presencial do curso de Educação em Direitos Humanos

No último dia 17 de março, o Curso de Educação em Direitos Humanos realizou mais um encontro presencial, o segundo de cinco previstos até o fim de nossa jornada.
Nesta aula, alunos da pós-graduação lato sensu em Educação em Direitos Humanos assistiram, simultaneamente, às aulas dos professores Doutores Artur Zimerman e Ivan Filipe Fernandes.
As aulas foram transmitidas diretamente do polo de Diadema, via Youtube, para outros 3 polos da rede Uniceu Uab: Casa Blanca, São Rafael e Pera Marmelo.
Durante as aulas, que tiveram como temas Violência no campo e Democracia, os alunos puderam fazer profundas reflexões, promovendo profícuos debates e levantando importantes questões sobre o momento que os Direitos Humanos atravessam, com foco nos temas propostos.
Após a realização das web-conferências, os alunos puderam tirar dúvidas com os professores, enviando seus questionamentos através do Youtube, para quem estava nos demais polos, ou pessoalmente, para quem esteve em Diadema.
Na segunda parte do dia, os cursistas se reuniram em grupos e expuseram seus pensamentos aos colegas para, ao final da discussão entre eles, submeter suas conclusões à avaliação dos respectivos tutores.
Compartilhamos vivências importantes nessa incrível experiência de aprendizado sobre Educação em Direitos Humanos.

Alunos finalizam atividades do II encontro ao lado do tutor Adriano Silva e da coordenadora do Curso de Educação em Direitos Humanos, Profa. Dra. Ana Maria Dietrich.

Conheça os novos colunistas da Contemporartes

A Contemporartes inicia os trabalhos esse ano com novos colunistas e novas colunas. Conheça:

 

Novas colunas

 

DEUSAS, HUMANAS E CIBORGUES

Mensalmente, domingo.

Clarissa de Franco é Psicóloga, Doutora em Ciência das Religiões, com Pós-Doutorado em Ciências Humanas e Sociais. Professora de Pós-Graduação da UNIFAI, Pesquisadora Doutora Colaboradora da Universidade Federal do ABC. Atua há cinco anos como psicóloga na Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Políticas Afirmativas da UFABC, voltada à promoção de ações afirmativas e defesa dos direitos humanos, com foco em diversidade e inclusão nas universidades. Foi chefe da Seção Psicossocial da UFABC por dois anos, com atendimento à comunidade, visitas domiciliares, discussão de casos, parceria com a rede pública de saúde, atenção a casos de violência e vulnerabilidade social. Experiência em atendimento a jovens, trabalho com redução de danos, inclusão, saúde comunitária, acessibilidade e deficiência, gênero e direitos humanos. Linhas de pesquisa: 1) Gênero e religião; feminismo islâmico; LGBT e intolerância religiosa. 2) Gênero e Estudos pós-coloniais; 3) Universidade e políticas de inclusão, políticas afirmativas. 4) Tolerância, Laicidade, Direitos Humanos e religião. 5) Psicologia, morte, luto e espiritualidade. 6) Islamofobia, xenofobia e racismo. 7) Ateísmo e espiritualidades laicas. 8) Psicologia, modernidade e religião.

Acompanhe a coluna: Deusas, Humanas e Ciborgues 

 

ENTRE RIOS E FRONTEIRAS

Semanalmente, segunda-feira.

Airton dos Reis Pereira é graduado em História (2000), pela Universidade Federal do Pará (UFPA); mestre em Extensão Rural (2004), pela Universidade Federal de Viçosa (UFV); e doutro em História (2013), pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Filho de camponeses migrantes de Minas Gerais, foi posseiro e agente de pastoral da Diocese de Conceição do Araguaia e da Comissão Pastoral da Terra (CPT), no sul e sudeste do Pará. Atualmente é professor Assistente IV, do Departamento de Filosofia e Ciências Sociais, da Universidade do Estado do Pará (UEPA), Campus de Marabá. É também professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas Territoriais e Sociedade na Amazônia (PDTSA), da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA). É autor do livro “Do posseiro ao sem-terra: a luta pela terra no sul e sudeste do Pará” (Editora da UFPE, 2015) e possui diversos artigos publicados em revista e em jornais de circulação regional, nacional e internacional.

Geovanni Cabral possui Licenciatura Plena em História pela Universidade Federal Rural de Pernambuco- UFRPE, Especialização no Ensino de História -UFRPE, Mestrado em História pela Universidade Federal de Pernambuco- UFPE, Doutorado em História pela Universidade Federal de Pernambuco- UFPE – área de concentração História do Norte e Nordeste do Brasil. Tem experiência na área de História Cultural, Brasil Republicano, História da Educação, Ensino de História, Cultura Popular e Patrimônio e Educação à Distância. É Professor Adjunto da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará e membro do grupo de pesquisa Interpretação do tempo: ensino, memória, narrativa e politica (iTempo – CNPq/Unifesspa). Atualmente vem desenvolvendo pesquisas na área do Ensino de História tendo como eixo investigativo o uso da fotografia em sala de aula e novas linguagens. Autor e coordenador dos livros A história e suas práticas de escrita, editados pela Editora da Universidade Federal de Pernambuco.

Maria Clara Sales Carneiro Sampaio é graduada em Direito pela PUC-SP (2001-05) e em História pela USP (2002-06,desenvolveu as pesquisas de mestrado e de doutorado no Programa de Pós Graduação em História Social da USP. Com apoio Fapesp, realizou estágio internacional na Yale University (2010-11), como Visiting Assistant in Research. É,atualmente, Professora Adjunta da Faculdade de História (FAHIST) da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA). Também é coordenadora da Pós-Graduação Lato Sensu ” Ensino, Educação Histórica e Direitos Humanos” da FAHIST- Unifesspa.* Ministra cursos nas áreas de História das Américas, História do Brasil e História do Direito (na Faculdade de Direito – FADIR). Tem experiência de pesquisa em Arquivos Nacionais e Internacionais, em especial nos Estados Unidos e Reino Unidos. Os temas de principal interesse estão relacionados à Escravidão e Abolição, Diversidade e Tolerância, Relações de Trabalho e Migrações, Relações Raciais e de Gênero. Líder do grupo * Raça trabalho e poder: africanidades, identidades negras e ideologias na história da Amazônia* – RTP – AINIHA/Cnpq por onde desenvolve o projeto “Circulações Atlânticas, raças, trabalho e migrações em perspectivas transnacionais no século XIX”.

 

Inaldo Chaves Licenciado em História pela Universidade Federal da Paraíba (2010); mestre (2013) e doutor (2017) em História pela Universidade Federal Fluminense. Atualmente é docente da Faculdade de História da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (ICH/FAHIS/Unifesspa). Foi professor assistente na Universidade Federal do Amapá (UNIFAP). Integra a Cia das Índias – Núcleo de História Ibérica e Colonial na Época Moderna (CNPq/UFF) e o Laboratório de História Social da Amazônia (CNPq/Unifesspa). Atua na área de História, com ênfase em Teoria e Metodologia da História e História do Brasil, principalmente nos seguintes temas: história política, espaço e região, territorialidades, administração portuguesa; populações indígenas; capitanias do Norte; Amazônia colonial.

 

Monalisa Pavonne Oliveira Professora do curso de licenciatura em História da Universidade Federal de Roraima, vice-diretora da Associação Nacional de História (ANPUH) – Seção Roraima, biênio 2018-2019. Formação: doutora em História pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2016), doutorado sanduíche na Universidade de Lisboa (2014-2015); mestre em História pela Universidade Federal de Ouro Preto (2010); Bacharel e Licenciada em História pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2005).

 

Kátia Maria dos Santos Melo Possui Graduação em Serviço Social pela Universidade da Amazônia (1997), Especialista em Gestão em Política Social pela Universidade Federal do Pará (1999), Mestrado em Política Social pela Universidade de Brasília (2003) e Doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Política Social do Departamento de Serviço Social ? SER/UNB.- Brasília (2016). Professora Efetiva da Universidade do Estado do Pará (UEPA) desde 2008. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa sobre Violências, Tráfico e Exploração Sexual de Crianças, Adolescentes e Mulheres – Violes/SER/UnB e do Grupo interdisciplinar de Pesquisa em Sociedade, Saúde e Meio Ambiente na Amazônia da UEPA

 

 

Acompanhe a coluna: Entre Rios e Fronteiras

 

VEREDAS LITERÁRIAS

Mensalmente, quarta-feira.

Dário Neto, graduado em Letras, mestre e doutor em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo. Especialista em Machado de Assis. Autor do Livro de contos Candelabro, publicado pela Editora Metanoia. Atualmente, é professor Colaborador na Universidade Estadual do Paraná em Paranaguá, onde leciona as disciplinas Literatura Brasileira, Literatura Portuguesa, Produção de Texto, Metodologia da Pesquisa Científica, Teoria da Literatura e Literatura Universal. A proposta da coluna Veredas Literárias é apresentar um panorama sobre a Literatura, pontuando sua especificidade, isto é, discutir os elementos estéticos que singularizam a Literatura e seus diferentes gêneros. Além disso, propõe-se apresentar relevância nos dias atuais e suas diferentes formas de receptividade. Pretende-se também tratar tanto da Literatura em seu quadro geral, como também de autores específicos e suas contribuições para a nossa riqueza literária. Os diferentes aspectos que singularizam a arte literária serão apresentadas em diálogo com as questões sociais, políticas e humanística dos tempos modernos.

Acompanhe a coluna: Veredas Literárias

 

Novos colunistas

ARTEFATO

Mensalmente, sexta-feira

Tiago da Cunha Rosa é Arquiteto e Urbanista pelo Centro de ensino Superior de Juiz de Fora (2016) e Especialista em artes visuais (2017). Interessado por temas como preservação do patrimônio cultural e pelas relações raciais no campo da Arquitetura. Atualmente Leciona na faculdade Doctum de Caratinga, onde ministra disciplinas como projeto urbano, Teoria do paisagismo e teoria da Arquitetura e Urbanismo.

 

Acompanhe a coluna: Artefato

 

ESPAÇO DO LEITOR, RADAR LEPCON E DROPS CULTURAL

Autores/organizadores

 

Éverton Siqueira é estudante de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo. Estagiário no curso de Educação em Direitos Humanos na Universidade Federal do ABC – UFABC e editor-assistente nas Revistas ContemporArtes e Contemporâneos.

 

 

Nathália Vaccani é graduada em Rádio e TV pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS. Atua como gerente-administrativa no Curso de Educação em Direitos Humanos na Universidade Federal do ABC – UFABC.

 

 

 

Acompanhe as colunas:

Espaço do Leitor 

 

 

 

 

 

 

Drops Cultural

 

 

 

 

 

 

Radar Lepcon

“KAZA”, O DRAMA DOS REFUGIADOS…

E se, de repente, você fosse obrigado a fugir do seu país, deixando para trás sua casa, sua família, levando apenas os pertences que consegue carregar? E se você não tivesse para onde ir? E se chegasse a um lugar onde ninguém consegue entender o que você fala e sente?

 

Infelizmente, essa é a realidade de milhões de pessoas no mundo. A cada três segundos uma pessoa passa por situações similares, por causa de conflitos econômicos, políticos e sociais. Vivemos atualmente a mais grave crise de refugiados desde o fim da II Guerra Mundial, em 1945. De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas) são 75,6 milhões de pessoas fugindo de guerras, violência ou perseguição. Desse número de imigrantes 22,5 milhões são refugiados.

Pessoas em situações de extrema adversidade como essas que perdem tudo, mas que, mesmo em meio ao caos, seguem lutando para manter a esperança e a dignidade inspiraram a criação do mais novo espetáculo da Tecer Teatro de Curitiba. “KAZA não trata apenas de situações de guerra ou de exílio. É sobre ter que partir, sobre perdas e suas consequências, em como sobreviver a essas experiências. Perder a família, um filho, a terra, a cultura. Ser obrigado a deixar seu país, sua cidade, a língua natal, o emprego, a casa.

Foto de cena 1

Sua história, seu passado e tudo o que nos representa. Os planos para o futuro, o sonho e a esperança. Perder o chão, perder o norte. Sobre morrer e renascer. Ou morrer em vida”, conta a diretora Cristine Conde.  O solo interpretado pela atriz Fabiana Ferreira, estreia dia 17 de março (sábado), às 20h, no Espaço Excêntrico (Mauro Zanatta). A temporada segue até dia 08 de abril, sempre aos sábados e domingos, às 20h. Além das apresentações abertas, o projeto prevê 12 apresentações gratuitas, desde que agendadas previamente, voltadas para público de escolas da rede pública, entidades assistenciais, pessoas com necessidades especiais, imigrantes, alunos de artes, entre outros.

Kaza aborda também a questão da incomunicabilidade. “A língua materna é a substância de que é feita a nossa alma”, diz Paulo Leminski, no posfácio de “O Inominável”, de S. Beckett, obra e autor que, entre outros, serviram como referências ao trabalho. A personagem, em uma situação de desespero, movida pelo medo e pelo instinto de sobrevivência, tenta se comunicar, mas não é compreendida, apesar de falar em 11 línguas diferentes, entre elas: português, árabe, corso, alemão, irlandês, holandês, francês, espanhol e até galês.

O texto é curto, não apresenta uma narrativa, é composto por palavras soltas, de significado universal e de familiaridade sonora. O som e a palavra ora se manifestam quase como um grito impossível de conter ora como um lamento. Quem assina o trabalho vocal é Edith de Camargo.

A trilha, a cargo de Tiago Constante, é executada ao vivo e é companhia no caminho da personagem desde o primeiro dia de ensaio. A forte fisicalidade é uma característica da Tecer e neste trabalho Airton Rodrigues é o responsável pela preparação corporal da atriz.

Foto de cena 2

Assim como os que passam pela experiência de tornar-se de alguma forma refugiado ou exilado, a personagem alimenta o desejo de voltar para casa, sem saber que, na verdade, a ruptura com o passado é permanente. “O nome escolhido para o espetáculo aponta este desejo ampliando seu significado, do micro ao macro universo, KAZA tem relação com a origem, a alma, a essência, o planeta”, conta Fabiana que também é a idealizadora e produtora do projeto.

“Minha personagem é uma sobrevivente, luta pela vida em meio aos mortos, as peças de roupas que compõem o cenário, assinado também pela diretora, representam essas pessoas e suas histórias. São como peles com as quais a personagem tenta se reconstruir. Nossa intenção com este projeto é dar visibilidade para essas pessoas traumatizadas pelo sofrimento e desespero. Afinal, o que sobra, quando perdemos tudo o que amamos? Kaza aponta para o caminho da luta e da transcendência”, finaliza.

Foto de cena 3

Fotos: Elenize Dezgeniski

Este projeto é uma realização da Tecer Teatro – Arte, Educação e Cultura e foi incentivado pelo Banco do Brasil por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Acompanhe: https://kazapartedetudo.blogspot.com.br/
Visite: https://www.tecerteatro.com/

SERVIÇO:
O quê: Espetáculo Teatral Kaza
Quando: 17 de março a 08 de abril (sábados e domingos)
Que horas: 20h
Onde: Espaço Excêntrico (Mauro Zanatta)
Endereço: Rua Lamenha Lins, 1429 – Rebouças
Telefone: (41) 4127 4702

Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Classificação: 14 anos
Duração: 50 minutos
Realização: Tecer Teatro – Arte, Educação e Cultura
Contatos:

Assessoria de Imprensa
Glaucia Domingos
41 99909 7837
glauciadomingos@hotmail.com

Produção
Fabiana Ferreira
41 99243 0322
tecerteatro@gmail.com

 

O QUE FOI O HOLODOMOR?

Curitiba vai receber a partir desta sexta-feira, dia 10/11, uma impactante e inédita exposição de fotografias e documentos a respeito do Holodomor, fato histórico ainda pouco conhecido no Brasil, e deliberadamente ignorado por alguns outros países.