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Educação & Cotidiano

ARTE, CULTURA E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

É a cultura que nos permite estabelecer a teia de significados da realidade, por meio das práticas do trabalho, das crenças, modos de viver de cada comunidade, compartilhamento dos sonhos e aspirações. Constituídos deste acúmulo de ações e acontecimentos culturais cotidianos, desta somatória do que nos individualiza e também nos torna gregários, da permanente e cotidiana vivência cultural, podemos conviver de forma sustentável e realizadora.

O contato com agentes e informações culturais de qualidade é base segura para a ampliação do universo dos jovens estudantes, para as muitas revoluções que farão no seu mundo e nas suas vidas; para a liberdade de pensamento e desenvolvimento da criatividade nos seus desempenhos profissionais. E também para o exercício livre e profícuo da cidadania.

Neste propósito, o UniBrasil Centro Universitário sedia uma exposição de obras de Poty Lazzarotto, cedidas pelo Solar do Rosário, que é um espaço particular, vivo e atuante de arte e cultura, e tem por objetivo regimental a promoção da cidadania através da difusão da arte e da cultura no Estado do Paraná.

Poty Lazzarotto (1924-1998), o artista em seu atelier.

Napoleon Potyguara Lazzarotto, conhecido como Poty, foi desenhista, gravurista, ceramista e muralista. Sua importância para as artes plásticas brasileiras, em especial as paranaenses, pode ser constatada em um passeio por Curitiba, mesmo quem não o conhece tem contato quase diário com suas obras murais, são mais de quarenta: o frontão do Teatro Guaíra, painel da praça 19 de dezembro, no Centro Histórico, e muitas outras em vários lugares da nossa e de outras cidades.

Quem circula pela região do Alto da XV, passa por um de seus painéis à frente do reservatório elevado da Sanepar, que representa a evolução do saneamento básico no Paraná; da mesma forma, no Aeroporto Afonso Pena há outro intitulado “o eterno sonho” que retrata o voo do homem, de Ícaro à viagem espacial. O estilo de Poty é característico e, embora pareça simples, inimitável.

Painel de Poty

Ele realizou também obras de menores dimensões e de qualidade excepcional, algumas de suas melhores gravuras estarão em exposição no espaço acadêmico. Em 2014 algumas de suas obras foram tombadas pelo Conselho Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico e reconhecidas como Patrimônio Cultural do Paraná. Tais obras estão localizadas em áreas públicas, como os painéis do Palácio Iguaçu e Teatro Guaira.

Poty ilustrou obras de grandes escritores brasileiros, como Guimarães Rosa e Dalton Trevisan. No caso de Dalton, a parceria vem desde os anos 1940 com a histórica Revista Joaquim, e pode-se afirmar que tanto Dalton quanto Poty são representantes inequívocos de uma maneira de ver a cidade de Curitiba e seus arredores, com os casais em guerra permanente do “Vampiro” expressando modos de avir e desavir característicos e, da mesma forma, as paisagens urbano-bucólicas de Poty, seus carroções de “verdureira italiana”, seus santos e personagens históricos, as paisagens que todos conhecemos e amamos retratadas de modo pessoal e, afinal, universal. Poty e Dalton se completam e nos revelam a cidade em que moramos e, também, quem somos.

Painel de Poty

Todo fato cultural é antes de tudo um fato, torna-se discurso, ação ou objeto após ser processado e catalisado por uma pessoa, grupo de pessoas, ou uma nação. Depois, numa imbricação interessante e, quase sempre, instigante, produz novos fatos, ações, discursos e objetos. A melhor arte é a que reflete de modo inequívoco o fenômeno primordial, expressando-o segundo uma visão nova, peculiar, até revolucionária. A boa cultura tem compromisso com sua origem, e obrigação com a visão que desperta. Disponibilizar o melhor aos nossos jovens certamente contribuirá para sua formação.

EFEITO BORBOLETA

A complexidade do conhecimento adquirido pela raça humana ao longo de toda a civilização, a profundidade que atingimos em algumas áreas do saber, a interligação entre fenômenos físicos e químicos, para não falar no avanço de nossas noções sobre antropologia e psicologia, com certeza necessitariam um sistema educacional muito mais eficiente que aquele que possuímos hoje no Brasil.

Transmitir esta soma de saberes numa escola ainda dividida em “disciplinas”, como se cada uma fosse isolada da outra, crendo possível aprender história sem o mínimo conhecimento de onde aconteceu – geografia – porque aconteceu – sociologia – o que havia de condicionantes para o fato – economia e política -, para ficar num pequeno exemplo, mostra o quanto nosso paradigma reducionista é extremamente limitado, não permitindo a real compreensão dos fatos.

Matemática é “vilã” para a maior parte dos estudantes e, se perguntados para que estudá-la, a resposta quase padrão será: para obter sucesso no ENEM, ou no Vestibular, ou em algum concurso público. Isso é parte da verdade, realmente o conhecimento e o manejo de certas regras da disciplina podem fazer a diferença em certames, mas a triste constatação é que esta proficiência geralmente decorre de conceitos decorados e práticas “treinadas”, sem muita noção de onde vêm e para que servem na realidade.

No entanto, esta não é uma questão simples, dado que grande parte dos docentes foi educada neste sistema isolacionista, tornando-se conhecedor de um determinado segmento de um certo assunto, mas tendo dificuldades em abordar de forma mais geral tópicos da própria matéria que leciona.

Ilustração do Efeito Borboleta. Disponível em http://mundo1aberto.blogspot.com/2015/

 

A compreensão global dos fatos abre novos horizontes, nos torna mais aptos à apreensão, e principalmente à escolha de um melhor cenário para a vida pessoal e também comunitária. O futuro de cada um e, em consequência de toda a comunidade, pode ser escolhido por aqueles capazes de desenvolver o que é chamado de atitude prospectiva, isto é, que procura olhar um pouco mais longe, com preocupação com a comunidade e a sustentabilidade, destacando tendências de médio prazo, isolando fatores determinantes para isso.

O gênero humano sempre se demonstrou capaz de promover alterações em sua realidade, e embora tenha arriscado muito por saber que tudo pode mudar, que as coisas não são estáticas, e o horizonte mais longínquo pode não ser assustador.

A metodologia clássica de estudos científicos considera os chamados “sistemas abertos”, a realidade, dinâmica, complexa, adaptativa e algo imprevisível; porém, para facilitar e simplificar a análise tende a transformá-los em “sistemas fechados”, em que as regras e princípios estabelecidos são mais facilmente aplicáveis.

É o que ocorre com os modelos matemáticos ou estatísticos, mesmo os mais sofisticados, que são no limite, lineares, baseados em um número finito de variáveis e tratando todas as demais como estáticas. O “mundo real” não é exatamente como modelado, ainda que modelos bem feitos o reproduzam com razoável e prática fidedignidade.

No início dos anos 1960 foi codificada uma forma de ver o Universo de maneira mais dinâmica, não-linear, e que por contemplar eventos imprevisíveis e suas consequências igualmente imprevisíveis – num sistema aberto e caótico – recebeu o nome de Teoria do Caos. Foi originada pelo meteorologista americano Edward Lorenz que observou a correlação entre fenômenos simples e resultados complexos.

Trabalhando com um programa computacional que simulava o movimento de massas de ar, Lorenz modificou a precisão dos cálculos, reduzindo o número de casas decimais dos números dos dados de entrada; contrariamente ao esperado, os resultados foram muito distintos dos iniciais, mostrando um padrão de massas de ar diferente do inicialmente calculado. Daí criou-se a teoria conhecida popularmente como “efeito borboleta”, segundo a qual um evento simples, como o bater de asas de uma borboleta no Nepal, poderia desencadear uma série de consequências, como um furacão no Caribe.

Estes modelos, mais próximos da realidade, nos alertam para cautela em nossos atos: preservar o mundo para as próximas gerações implica nas atitudes que tomamos hoje, tanto do ponto de vista pessoal quanto organizacional. Sustentabilidade é sistema aberto, precisamos cuidar que nossa borboleta provoque bons eventos futuros.

SETEMBRO AMARELO: INFÂNCIA E SEUS CUIDADOS

O século vinte, apesar de enaltecer a juventude terminou por provocar outro fenômeno igualmente arriscado, que estamos intensificando nos dias atuais: educar nossas crianças e jovens para se tornarem adultos cedo demais, para “vencer no mundo do trabalho”, e neste intento sacrificar a própria infância.

Em parte, isso tem acontecido porque em tudo queremos diferir dos animais, como se já não fossemos parte da natureza: mesmo aos primatas mais próximos, dos quais inclusive descendemos, reprimimos, colocamos em jaulas; aos demais animais aprisionamos, subjugamos, extinguimos, matamos. Afinal, apenas nós edificamos as cidades, construímos máquinas, nos encaminhamos para dominar o espaço sideral – e passamos a nos crer sobrenaturais, dominadores dos cosmos. Esquecemos, no entanto, que nossas crianças e jovens precisam, como filhotes de qualquer outra espécie, de amor e atenções.

Todo ser humano em crescimento não pode dispensar a construção de uma rede de cuidados, constituída pela família, pela comunidade em que cresce e a instituição escolar que frequentará, e qualquer dos três componentes é fundamental para a formação daquilo que é denominado o território seguro de seu desenvolvimento.

Tanto o excesso de pressão para obtenção de sucesso, realizar um sonho que na verdade muitas vezes não é deles, e sim de seus pais ou alguém do círculo mais próximo, ou então a agressividade, física ou moral, no ambiente circundante, a falta de qualidade em sua educação que muitas vezes propicia o bullying no ambiente estudantil, interfere na manutenção e estabilidade de sua evolução.

Colagem fotográfica de Alex Stodardd.

Se a isso acrescentarmos a ausência de amparos estatais, pela inexistência de boas políticas públicas – das quais somos extremamente carentes no Brasil – e uma deficiente assistência de saúde, podemos ter incrementada a ocorrência de infâncias problemáticas ou mesmo perversas, e, em alguns casos extremos, termos aumentados os casos de suicídio infanto-juvenil.

A privação emocional, a ausência do afeto, estressores externos como a violência, os abusos, as crises econômicas que causam impacto na família, como o desemprego ou catástrofes ambientais, podem trazer a depressão, que tem contribuído para a incidência do autoextermínio infanto-juvenil. A presença abusiva do uso de drogas ou álcool, os transtornos ansiosos, e um histórico familiar positivo para o suicídio, costumam potencializar o envolvimento em situações de risco, embora atos auto lesivos e intencionais na infância sejam mais raros.

A compreensão deste fenômeno vincula-se, certamente, ao desenvolvimento do conceito de morte na criança, bem como a vários fatores de risco, mas certamente a saúde mental infantil tem sido um pouco negligenciada. A própria Organização Mundial de Saúde já em 2005 alertava que 30% dos países não têm políticas de saúde mental e 90% deles não têm políticas de saúde mental que incluam crianças e adolescentes; a situação de lá para cá pouco evoluiu, e hoje iniciativas como dedicar o mês de setembro às campanhas de prevenção ao suicídio tem procurado suprir esta lacuna.

Crianças ou jovens que tentam ou chegam a cometer o suicídio são seres em grande sofrimento psíquico, a maior parcela delas pertencendo ao sexo masculino, e têm entre seus motivos preponderantes: o insucesso nos estudos, seguido pelos comportamentos agressivos, realizados ou recebidos, nas suas casas ou escolas. Atualmente boas instituições de ensino superior estão se voltando ao tema, em estudos teóricos ou trabalhos de cunho epidemiológico, pois a escassez de pesquisas e literaturas dificulta a compreensão e melhoria das intervenções que podem ser efetivadas no campo da prevenção e do atendimento aos sobreviventes.

 

SEMENTES DO FUTURO

A arte divinatória atende de certo modo ao desejo humano de conhecer o futuro como forma de controla-lo; desde sempre os astrólogos, magos, videntes e todos os pretendentes a enxergar através das brumas do tempo tiveram lugar garantido entre nobres e plebeus. O exemplo mais extremo é o do francês Nostradamus, que produziu uma abundante coleção de previsões, em forma de versos cifrados – a interpretação de muitas delas parece demonstrar sua acuidade, porém sempre após a ocorrência dos acontecimentos supostamente previstos, e mediante malabarismos interpretativos.

Em termos mais realistas, o futuro é imprevisível, disto todos sabemos, dado que muitos eventos, nem todos ruins, podem modificar aos poucos ou repentinamente aquilo que as vezes supomos que será nosso amanhã. No entanto, diversas variáveis do presente, relacionando-se entre si, determinariam com certa precisão algumas tendências, e a estas forças de mudança são muitas vezes denominadas Sementes de Futuro, ou seja, peças chaves na construção de cenários prospectivos: são fatos ou sinais existentes num passado recente ou até mesmo no presente que sinalizam possibilidades de novos encaminhamentos dos eventos vindouros.

Identificar estas sementes permite a elaboração de bons cenários, estar preparado para as possíveis alterações no curso dos acontecimentos, representam tendências importantes, embora sempre tenhamos que admitir algumas incertezas, ou mesmo estar de sobreaviso sobre eventuais surpresas. No entanto, determinados aspectos da realidade atual estão suficientemente visíveis e consolidados para que consideremos tais movimentos extremamente prováveis num futuro mais próximo, e autorizando pensar em sua permanência durante ainda um bom tempo.

Ilustração de Vladimir Kush

Como exemplo, ao que parece a população mundial continuará crescendo ao longo de todo o século XXI, embora mais lentamente nos países mais desenvolvidos que naqueles de terceiro mundo, e isso vai demandar mais água tratada, mais fontes de energia, e claro, mais alimentos, o que provocará problemas ambientais.

Em adição a isso, nos países economicamente desenvolvidos o aumento da expectativa de vida somado à baixa natalidade trará um envelhecimento populacional significativo, que pressionará a previdência social e principalmente os serviços de saúde; enquanto o crescente número de jovens dos países menos adiantados enfrentará o desafio da inserção no mundo do trabalho, principalmente se considerarmos que outro grave problema mundial é o da migração, constituída em sua maioria por jovens dispostos a oferecer sua mão-de-obra em locais diferentes de sua nacionalidade, em função de guerras, desastres ambientais ou perseguições políticas em seus locais de origem.

Esta dinâmica das migrações possivelmente intensificará as desigualdades sociais, provocará novos impactos ambientais, e até algumas epidemias, pois a cobertura vacinal não é a mesma em diferentes países.  Migrações mudam também a urbanização, se a comunidade cresce mais rapidamente nas cidades que nos campos, o que parece ser tendência em todo planeta, embora em alguns – muito pobres – ainda exista boa parte da população em regiões rurais, podemos prever que megacidades, nas quais as questões como controle de resíduos, distribuição de recursos e estruturas de lazer, entre outras, tornarão a gestão sustentável pleito indispensável.

É fundamental nestas necessidades não esquecermos de incluir boas escolas, sem as quais a população não terá como auxiliar governantes e dirigentes políticos a atingirem estes objetivos. A melhoria do sistema educacional,  capacitando para o progresso social e científico, exige a urgente consolidação do ensino fundamental com qualidade, garantindo recursos humanos que possam contribuir para com a emergência da economia, a inovação e o favorecimento da ampliação de uma classe média, reduzindo a pobreza.

FUTUROS POSSÍVEIS…

Prever o futuro é algo arriscado e tão incerto quanto o próprio futuro. Em meados dos anos 1950 as revistas de variedades tinham como marco futurístico o “ano 2000”, quando se supunha que os carros voariam em cidades semelhantes às do planeta Mongo, de Flash Gordon, e que viagens interplanetárias seriam corriqueiras. Sabemos que não é assim, embora exista a tecnologia para carros voadores, viagens à Lua tenham ocorrido e sondas chegado a Marte e outros planetas, isto não é parte da vida do cidadão comum a não ser como espectador.

Até o transporte aéreo supersônico de passageiros, com o Concorde, não se mostrou viável economicamente; excesso de consumo de combustível e pequena capacidade de passageiros tornaram as tarifas absurdamente caras, não cobrindo sequer custos operacionais, além de problemas no meio ambiente e restrições aeroportuárias.

O que ninguém previu naquela época foi o uso disseminado de computadores pessoais, a IBM, que desenvolveu o primeiro computador comercial por volta de 1940, acreditava que o mercado mundial compraria no máximo cinco ou seis unidades de suas máquinas enormes e pesadas, com capacidade de processamento inferior à de qualquer PC atual. E, mesmo os mais “antenados” usuários de telefones celulares e Internet do começo do milênio (poucos anos atrás), não ousariam sonhar com os recursos disponíveis atualmente em Smartphones.

A televisão, e seus derivativos que produzem e fornecem conteúdo praticamente sob demanda como a Netflix, são parte da vida de grande parte da humanidade. No entanto, um dos jornais mais respeitados do mundo, The New York Times, publicou em abril de 1939: “A televisão não dará certo. As pessoas terão de ficar paradas diante de sua tela, e a família americana média não terá tempo para isso”.

“Quarto Milênio”, escultura de Pancho Castelo.

 

O que constatamos é que nunca o que foi previsto se realiza exatamente como suposto ou esperado, há sempre um fator humano, desastre natural, nova tecnologia ou material, até a mera mudança no gosto do público, que interferem, mudando pouco ou muito, o rumo dos acontecimentos, e não necessariamente para pior.

Apesar disto, continuamos a exercer a ciência e a arte da previsão, por vezes motivados por necessidades práticas como nas avaliações meteorológicas e hidrológicas indispensáveis para o projeto e execução de muitas obras, ou em pesquisas mercadológicas destinadas a “sentir o pulso” de consumidores. Caso especial é o das previsões políticas, geralmente embasadas em ótimas ou péssimas metodologias de coleta de dados e subsequentes análises estatísticas de maior ou menor rigor científico, tudo conforme a seriedade do pesquisador, e, algumas vezes, intenção do contratante.

Pela necessidade concreta de uma certa previsão indispensável para decisões econômicas ou políticas, vários ramos da ciência dedicam-se a esta atividade, pois obras devem ser pensadas para o mais adiante que a época atual. Antecipar uma temporada de imensas secas ou enchentes avassaladoras seria produtivo para orientar investimentos sociais, permitindo-nos não estar à mercê de dirigentes inexperientes (ou até mal-intencionados) que protestam “fatalidades” em situações onde houve apenas imprevidência, incúria ou malversação do erário público, que deixa pessoas desabrigadas.

Sabemos que cabe ao ser humano ser o agente das mudanças que podem construir ou somente modificar um futuro indesejado, já que este não é predeterminado, em nenhum lugar temos escrito que o futuro deverá ser desta ou daquela maneira.

Um bom sistema educacional, preparando para atuar comunitariamente de forma correta, aumentando a compreensão ambiental e a possibilidade de hábitos e valores que predisponham à maior qualidade de vida, fornecendo um bom letramento, permitindo acesso ao que de melhor foi produzido no passado, certamente nos levará ao melhor dentre todos os futuros possíveis.