Drops Cultural

Passarinhada – Movimento contra Porto Seco em Paranapiacaba

No começo deste ano, a empresa Fazenda Campo Grande Logística e Participações apresentou um projeto para a construção de um centro logístico, também chamado de Porto Seco, em Campo Grande, um bairro andreense localizado entre Rio Grande da Serra e Paranapiacaba, que funcionaria como intermédio  do transporte de cargas entre o porto de Santos e a Estação da Luz.

Desde que a ideia do projeto veio à tona, diversos grupos ambientalistas e de moradores da região têm se posicionado contra a implantação do porto por temer os diversos impactos ambientais que causaria na região.

Um desses movimentos tem como objetivo mostrar a importância de preservar as espécies de aves locais através do avistamento. Organizado por Miguel Malta Magro, o movimento nasceu por conta do inconformismo dos observadores de aves ao descobrirem a proposta da implementação do Porto Seco em uma área rica em biodiversidade e avifauna.

Como forma de intervenção e oportunidade de mostrar ao público diverso as centenas espécies de aves locais, Miguel, com o apoio de seus amigos observadores, decidiu organizar passarinhadas mensais por toda a região do Campo Grande e dentro da Vila de Paranapiacaba.

As Passarinhadas trazem uma admiração muito grande de todos que se dispõem a participar e mostra com excelência a importância da luta em prol da preservação e apreciação das espécies.

Beija-flor-rubi fêmea

Tucano-de-bico-verde

 

Surucuá variado macho

Tangará macho

 

 

Saíra-amarelo macho jovem

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O próximo avistamento acontecerá no dia 10 de Agosto de 2019 e é livre a todas as faixas etárias e público.  O ponto de encontro é na Estação Campo Grande às 7h30min.

 

Para mais informações, entre em contato com o Miguel através do Facebook Miguel Malta Magro.

Fotos e registros: Emily Pestana

A linha como direção

A Pinacoteca de São Paulo, um dos mais importantes museus de arte do Brasil, deu início à exposição A linha como direção com um acervo de 12 esculturas  que está ocupando o segundo andar da Pinacoteca Estação, em um evento gratuito e livre para todo o público. 

A proposta desta exposição está ligada com a ideologia artística russa na qual as esculturas e relevos estão interligados e apoiados no elemento geométrico da linha, criando assim sua espacialidade, gerando questionamentos e indagações  entre os observadores.

O acervo conta com as obras de Waltercio Caldas, Macaparana e Joaquim Tenreiro, Willys de Castro e Luiz Hermano, Sérvulo Esmeraldo, Sergio Sister, Mari Yoshimoto e Ignez Turazza, Iole de Freitas e Erika Verzutti, na qual todos fazem alusão aos pontos defendidos, por cada artista, dentro desta intrigante proposta construtiva.

A exposição já está aberta a visitação e estará disponível até o dia 3 de fevereiro de 2020, de quarta a segunda-feira, das 10h às 17h30, na Pina Estação – Largo General Osório, 66.

 

*Informações retiradas do site https://pinacoteca.org.br/programacao/a-linha-como-direcao/

Atração infantil no Centro Cultural de São Paulo

Foto: culturainfancia.org

Para o público infantil está em cartaz no Centro Cultural de São Paulo a peça “Ogroleto”, o diálogo  fala sobre a vida de uma criança, que descobre que não é igual às outras,  neste contexto ela precisa aprender adequar – se aos seus sentimentos, para conviver com as diferenças, adaptações,  frustrações e limites da vida cotidiana. O texto é de Suzanne Lebeau – tradução: Jorge Bastos – direção: Miguel Velhinho. Será apresentada pelo Grupo Pavilhão da Magnólia (Fortaleza/CE)– elenco: Nelson Albuquerque, Silvianne Lima e Eliel Carvalho (músico).

Em cartaz de 25/05 a 30/06

Sábados e domingos, às 16h – 50min – 7 anos – Sala Jardel Filho – valor  R$20,00

Vendas nas bilheterias do CCSP,  em horário de funcionamento ou site Ingresso Rápido a partir de 30 dias antes do evento.

Centro Cultural de São Paulo – Rua Vergueiro, nº 100 – São Paulo -SP