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Author: Izabel Liviski

DRONES: CURSO ONLINE PARA ACOMPANHAMENTO DE OBRAS E INSPEÇÃO

“Os drones, criados inicialmente para missões militares e de espionagem, vêm ganhando utilizações das mais variadas no mundo corporativo e social — até para gravação de vídeo em casamentos. Na construção civil, as pequenas aeronaves não tripuladas, também chamadas “vans” (na sigla em inglês), são consideradas soluções viáveis para reduzir o tempo de obras e fornecer informações para os softwares de edificações.”

A escola de profissões Centro Europeu, de Curitiba (PR), por meio da sua nova plataforma de cursos à distância, a Live School (https://liveschool.centroeuropeu.com.br/) – está oferecendo o curso “Serviços Técnicos com Drones”. As aulas serão ministradas ao vivo nos dias 22, 24, 29 de junho e 01, 06 e 08 de julho, das 19 às 22horas e ficarão disponíveis para os alunos por 60 dias.

Pilotos de drones profissionais e interessados em entrar neste mercado que está em pleno crescimento têm a opção de começar um curso online e ao vivo de curta duração, na próxima semana, dia 22 de junho.

Utilização de drones na construção civil.

Entre as disciplinas do curso estão o universo dos drones profissionais, o uso de drones no setor imobiliário, drones para acompanhamento de obras, introdução ao tratamento profissional de imagens, inspeções com drones, entre outras. A grade curricular foi pensada para ampliar as oportunidades de pessoas que gostam de tecnologia e também para os profissionais que já atuam com pilotagem de drones.

Aplicabilidade na construção:

  • Mapeamento da área construída: os drones possibilitam que o engenheiro civil consiga traçar uma “visão” para além do projeto no papel;
  • segurança: com os drones na construção civil torna-se viável identificar falhas ou erros com antecedência. Dessa forma, cria-se uma espécie de “proteção” para o desenvolvimento da obra e dos funcionários empenhados nela;
  • progresso da obra: com as capturas de imagens feitas pelo drone o processo de desenvolvimento de obra pode ser acompanhado sem quaisquer impedimentos;
  • monitoramento dos operários: as imagens dos drones são desenvolvidas em tempo real, por isso, com eles, também torna-se possível monitorar o trabalho dos operários;
  • facilidade em realizar inspeções e análises estruturais: a tecnologia implantada nos drones permite uma visão precisa e ampla da estrutura local. Devido a isso, é como se a pessoa estivesse observando a construção de forma bem próxima. (Fonte: https://itarc.org/drones-na-construcao-civil/)

O supervisor do curso, o geógrafo, pesquisador e profissional da tecnologia drones, Alexandre Scussel, explica que o mercado está em amplo crescimento e que, com a pandemia do coronavírus, novos setores passaram a utilizar drones para vistorias, entregas e fiscalizações.

“A crise está gerando novas áreas de atuação. Sabemos que será necessário muitos profissionais capacitados e o objetivo é ensinar os alunos sobre como desenvolver soluções altamente especializadas e gerar valor por meio de dados captados com aeronaves remotamente pilotadas”, explica Scussel.

Foto: Alejandro Peña

NOVOS MERCADOS – O curso também é voltado para profissionais ligados às áreas de engenharia, arquitetura, seguradoras, construtoras, corretores de imóveis e todos os interessados em obter retorno rápido do investimento. “A vantagem do curso online é que ele não tem barreiras e, neste caso, trata-se de uma especialização de alto nível para atender demandas de um mercado que se mantém ativo, mesmo na crise”, finaliza Alexandre.

SERVIÇO

Curso “Serviços Técnicos com Drones”

Data das aulas: 22, 24, 29 de junho e 01, 06 e 08 de julho
Horário: 19 às 22horas
Inscrições : https://liveschool.centroeuropeu.com.br/cursos/servicos-tecnicos-com-drones/

Andreza Rossini – Assessora de Imprensa
Comunicore – Comunicação e MKT
41 – 99925.1169 / 41 – 3343.4797

Suicídio: Prevenção, Aspectos Teóricos e Clínica

Terá início na modalidade à distância, pela Universidade Estadual de Ponta Grossa/PR (UEPG/NUTEAD), o Curso Suicídio: Prevenção, Aspectos Teóricos e Clínica, ministrada por Célio Pinheiro, Psicanalista e Antropólogo. O curso começa no dia 12/06/2020 e vai até 08/07/2020. 

Objetivos do Curso
  • Criar espaço para o acolhimento, frente ao cenário de mal-estar social, fundamentado em referenciais psicanalíticos, antropológicos e de crítica social,  com desdobramento a apresentações conceituais importantes. Visa também possibilitar diálogo e reflexões numa tentativa de minimizar os efeitos de sofrimento psíquico e contribuir para a estabilidade psíquica em tempos de incertezas quanto ao futuro e esclarecer a população sobre a temática do suicídio e como proceder ações de prevenção.

  • Reunir integrantes do curso em fóruns de discussão em torno de textos que ajudem a compreender as afetações psíquicas provocadas pelos acontecimentos atuais.

  • Estudar os conceitos relacionados à temática do suicídio e propor formas de aliviar o sofrimento em tempos de isolamento.

  • Compreender o conceito e a clínica dos sujeitos em risco de suicídio, uma vez que os momentos atuais têm imposto situações de perdas muito significativas para as individualidades e para a sociedade.

  • Subsidiar e capacitar profissionais para que possam melhorar serviços de promoção de saúde mental, em seu viés de valorização da vida;

  • Transmitir e articular conceitos da Psicanálise e da Antropologia no intuito de favorecer pesquisas e futuros estudos sobre os temas em questão.

  • Subsidiar fundamentos teórico-clínicos para projetos de prevenção.

  • Discutir em fórum o filme “A Ponte”.

Metodologia de Estudos

O desenvolvimento do evento contará com a participação de um psicanalista, que abordará temáticas contemporâneas com o apoio de recursos como textos em PDF, mídias digitais e o Ambiente Virtual de Aprendizagem. Haverá interações entre o ministrante e os participantes no formato fórum: “Pergunte ao Psicanalista”. Nesse fórum, os participantes poderão expressar suas aflições e angústias no que se refere ao momento delicado imposto pela pandemia de COVID-19. O fórum, neste caso, se traduz na possibilidade encontrada para dar voz e fazer a escuta dos participantes em sua subjetividade.

Destaca-se que este evento será desenvolvido em quatro semanas de forma totalmente online através do Ambiente Virtual de Aprendizagem AVA/UEPG, para que os inscritos interessados na temática possam participar de qualquer lugar.

A certificação é de 30 horas, e o investimento total é de R$ 35,00.

Cartaz do Curso

Centro Europeu produz Hambúrguer do Bem para Moradores de Rua

O Centro Europeu, escola de profissões com mais de 30 anos de história, promoveu no final de maio, data em que se comemora o Dia do Hambúrguer – uma ação especial chamada Mesa Solidária – Hambúrguer do Bem. A iniciativa – realizada em parceria com a Fundação de Ação Social (FAS) da Prefeitura de Curitiba e o Instaburguer – prevê a produção de hambúrgueres que foram doados para moradores carentes que frequentam o restaurante popular do Capanema, em Curitiba.

Hambúrguer do Bem,  preparado por alunos e professores do Curso de Gastronomia, do Centro Europeu.

 

MESA SOLIDÁRIA – Lançado no fim do ano passado pela Prefeitura, o programa Mesa Solidária já está distribuindo lanches para pessoas em situação de rua em dois pontos de Curitiba. As marmitas e lanches do Mesa Solidária são servidos gratuitamente, no contra-turno, nos restaurantes populares do Capanema (das 19h às 21h) e da Matriz (das 16h às 18h). O atendimento é feito por equipes da Prefeitura e voluntários das instituições parceiras.

Segundo Rogério Gobbi, diretor acadêmico do Centro Europeu – Profissões & Idiomas, “A Ação Hambúrguer do Bem, realizada em parceria com a FAS, projeto Mesa Solidária e Instaburguer CWB, foi um projeto pontual, no qual envolvemos professores e alunos em uma ação voluntária de apoio a pessoas vulneráveis.

A ação foi extremamente positiva, onde foram entregues aproximadamente 300 hambúrgueres que além de terem sido preparados com muito amor, teve um diferencial nutricional na sua composição, pois ao blended da carne foi adicionado pelos nossos chefes do Curso de Cuisine Santé, nutrientes especiais como Quinoa, Amaranto e Cúrcuma, que contribuem para a imunidade do ser humano.

Importante salientar, que o Centro Europeu sempre apoia ou conduz com seus alunos e professores, projetos que envolvem áreas sociais e filantropia, tais como:

Risoada: Feijoada com Humor, feito em parceria com o Hospital Pequeno Príncipe, no qual é produzido feijoada para aproximadamente 1.000 pessoas que compram o ingresso e o valor é revertido para o hospital;

Repartindo o Pão: Projeto no qual alunos e professores durante a madrugada nas cozinhas dos Cursos de Panificação e Confeitaria, produzem pães para logo cedo fazerem a entrega em abrigos, asilos e casas de apoio”, conclui Gobbi.

Centro Europeu – Sede Gastronomia*
Endereço: Alameda Princesa Izabel, 1300 – Bigorrilho – Curitiba/Pr.

Telefone: (41) 3324-6669

https://centroeuropeu.com.br/portal/sedes/gastronomia/

Sede Gastronomia do CE

 

*Cursos de Chef de Cuisine – Restaurateur, Chef Pâtissier,Chef Boulanger, Chef Gourmet, Sommelier, Beer Sommelier e Home Brewer, Cuisine Santé, Cozinha Molecular e Cake Design.

 

Elaboração dos Hambúrgueres na sede Gastronomia:

Fotos: Silvia Sugiura (C.E.)

 


Colaborou: Andreza Rossini – Assessora de Imprensa
Comunicore – Comunicação e MKT
41 – 99925.1169 / 41 – 3343.4797

 

Ofício de Flâneur : Lugares Secretos de Lisboa

“Lisboa, velha cidade
Cheia de encanto e beleza
Sempre a sorrir tão formosa
E no vestir sempre airosa
O branco véu da saudade
Cobre o teu rosto linda princesa
Olhai, senhores, esta Lisboa d’outras eras
Dos cinco réis, das esperas e das toiradas reais
Das festas, das seculares procissões
Dos populares pregões matinais, que já não voltam mais (…)”
(Trecho da canção Lisboa Antiga de Amália Rodrigues)*

Deambulando pela cidade de Lisboa descubro lugares inusitados, e a interação fortuita com as pessoas locais trazem oportunidades de reflexão e muitas vezes se transformam em situações pedagógicas por assim dizer, de estar-se aprendendo sempre algo novo. Pela segunda vez na ‘terrinha’ me descubro apaixonada por cada pequeno trecho, pelos muros antigos com graffites contrastantes, o velho e o novo transformando configurações urbanas. Meus trajetos estão situados fora do circuito tradicional de turismo, tudo o que me distancie das massas com guias em várias línguas, aquela Babel enlouquecida, com suas câmeras fotográficas metralhando tudo o que veem (ou não veem) pela frente.

Detalhe de porta no bairro Entre Campos

Parece que já vivi ali em tempos de antanho, mas não gosto de me aprofundar nesse tema, que soa metafísico demais para minha cabeça racionalizante. Fiquei hospedada no bairro do Saldanha, e pela manhã depois do café, fazia algumas caminhadas aguardando o horário para ir ao Congresso de Educação na Universidade de Lisboa, o motivador primário da viagem. Ao final da travessa Rebelo da Silva encontro um prédio da “terra pós-apocalíptica”, no dizer de um morador com quem mantenho um pequeno diálogo.

Graffites e construções tradicionais se harmonizam na paisagem urbana

Fico maravilhada ao encontrar aquele local único, o ar de abandono é visível, mas parece conter muita vida. Deixados ao sabor do tempo e do clima, esses prédios vão criando uma atmosfera nostálgica, até mesmo um pouco surreal. Observo com admiração lugares e casas assim, pela história que contêm, pela resiliência decrépita sobrevivendo em meio a outros edifícios bem comportados e dentro dos padrões estéticos convencionais.

– Se tiveres sorte, consegues ver os moradores….(diz o senhor, interrompendo meus pensamentos, com aquele delicioso ‘chiado’ na fala).

– Mas ainda existem moradores aí? (pergunto, entre encantada e perplexa)

– Sim, os pombos e morcegos (responde, com um tom de ironia)

Creio que ele disse somente pombos, mas a minha imaginação completou com os morcegos, Edgar Allan Poe também teria adorado o lugar. A (suposta) mãe desse morador, saindo do carro com muletas, me olha com uma expressão de estranheza quando digo que gosto do lugar e acho belo aquele prédio. “De que hospício saiu essa gaja? com tantos lugares turísticos, porque gastar tempo a tirar fotos, a admirar essas obras do acaso?”, deve ter pensado a velha senhora (adivinho pela sua expressão enfastiada).

Prédio da “terra pós-apocalíptica”, com um pequeno morador na janela.

No número 58 da rua Cidade da Horta, encontro o prédio onde Fernando Pessoa morou entre 1916 e 1917, sim, ele mesmo o poeta. A placa ao lado da porta com a pintura esmaecida diz que era um quarto alugado no primeiro andar. Como gostaria de viajar no tempo e de repente, ao virar uma esquina dar de cara com ele e dizer “bom dia”, quem sabe trocar algumas palavras. Que aspecto teria ele ‘em pessoa’? Magro, mal vestido, com o eterno chapéu ensebado e muito provavelmente, um livro embaixo do braço.

Fachada do local onde viveu Fernando Pessoa

Próximo dali, me chama a atenção uma lojinha chamada “Espaço Exibicionista”, um local para venda de bijuterias, a decoração toda feita com fotos de estrelas clássicas do cinema mundial. Por que será espaço exibicionista? O nome seria apenas para causar impacto? Ou teria a ver com a questão da vaidade do ‘se exibir’? Acabo concluindo que é meramente uma questão linguística entre expressões da língua portuguesa de lá e de cá.

Há uma pracinha recôndita no Largo da Estefânia, no bairro conhecido como Arroios, com a estátua de outro poeta lisboeta menos conhecido e menos incensado, de nome Cesário Verde (1855-1886)Este morreu muito jovem com tuberculose, como todo bom poeta do século XIX que se preze. Ninguém dá atenção a ele, que está a mais de um século sem direito a fala, imóvel, com seu olhar triste.

Em trecho do seu poema “O sentimento dum ocidental”, ele diz:

“Nas nossas ruas, ao anoitecer,

Há tal soturnidade, há tal melancolia,

Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia

Despertam-me um desejo absurdo de sofrer” (…)

Estátua de Cesário Verde, na Praça Ilha do Faial

Logo depois encontro o “Talho das Escadinhas” e descubro que talho significa açougue (faz sentido), próximo dali alguns gatos passeiam, provavelmente esperando um quinhão do açougueiro, ou talheiro. Converso com uma senhora, moradora local que diz preferir os gatos aos humanos (faz muito sentido). Observo ao pé das escadinhas alguns jovens turistas, e pelo som das conversas os identifico como alemães, estão sentados bebendo cerveja e parecem não se dar conta do lugar, ao sair largam as garrafas vazias próximo ao banco onde estavam.

Escadinhas, que dão nome ao local

Em muitas janelas há o charme das roupas estendidas nas áreas externas, o que me parece encantador, mas  penso no quanto isso representa um choque cultural para muita gente. Em alguns países, como nos EUA por exemplo (e até mesmo no Brasil) em certos locais é praticamente proibido secar roupas nos varais externos partindo de ideias culturalmente preconceituosas. Segundo o ditado popular “roupa suja se lava em casa”, se depreendendo daí que secá-la mesmo que limpa, deve-se fazer em ambiente privado também, para não expor sua intimidade e não desvalorizar o local.

Varais nas sacadas dos prédios, um ar intimista e alegre às ruas.

Perscruto com olhar de uma etnografista urbana, objetos jogados como lixo em um dos pontos das escadinhas e lá encontro sapatos sofisticados ainda em bom estado, tecidos finos, caixas, tudo em desordem. Teriam sido colocados ali pelos herdeiros de uma velha senhora que “teria passado para o andar de cima” ou seriam acessórios de uma trupe falida de teatro?

Um varal colorido, em meio às desoladas árvores do inverno

Dou um tempo na “Padaria do Bairro” para tomar sopa de cenouras com textura aveludada, acompanhada de pão, um copo d’água e uma taça de vinho tinto, e me decido a sentar em uma mesa do lado de fora. O dia é ensolarado, a refeição é perfeita mas quase acabo por criar polêmica com uma senhora que queria fumar sentada na mesma mesa, pois eram destinadas a ‘fumadores’ e ela insistia em que fosse me sentar lá dentro. Mas eu não podia perder a paisagem do lugar, observando as pessoas e aproveitando a trégua do clima ainda invernal do início de fevereiro.

Janela com gato

Voltei mais duas vezes para fotografar aquele edifício que ficava mais ou menos no trajeto das minhas caminhadas diárias. No primeiro dia estava garoando e a luz não estava apropriada, na última vez finalmente consegui capturar uma imagem com o sol se contrapondo às sombras, e aproveito para me despedir com respeito desse vetusto senhor, temendo por ele e por seus assemelhados, órfãos dos cuidados do poder público e do afeto dos seus habitantes. Olhando para o alto, além dos pássaros, não vejo “esta Lisboa d’outras eras”, mas enormes guindastes do progresso pairando implacáveis, sob os céus de Lisboa.

Janela e graffites, uma composição perfeita

*Para ouvir na íntegra essa belíssima canção de Amália Rodrigues, ilustrada com fotos históricas da cidade em preto e branco, acesse:

https://www.youtube.com/watch?v=v6P68KXeBy4

TEXTOS E FOTOS:  IZABEL LIVISKI (todos os direitos reservados)

                                                                         ***

A FOTOGRAFIA NO REGISTRO HISTÓRICO DA QUARENTENA

Mudança completa da rotina, dos hábitos e de todo um país, em várias partes do mundo. Vivemos em uma nova realidade com a quarentena devido ao COVID-19 e passamos por um momento histórico.

Registrar as emoções e as novidades desse período é uma das funções da fotografia. “As imagens podem contar desde como foi a adaptação à cozinha de um jovem que nunca cozinhou até os hábitos que foram retomados, reunindo a família para uma conversa na sala, por exemplo. Dentro dessa premissa documentamos um capítulo da história através das lentes”, afirma a supervisora do curso de fotografia do Centro Europeu, Tânia Buchmann.

Foto 1 – Registro da quarentena em Curitiba/PR.

As palavras e as imagens devem estar unidas para registrar às próximas gerações o que ocorreu no ano de 2020. “É um momento no qual o papel do fotógrafo é fundamental, dentro ou fora de casa. O fotojornalista que sai fotografar e vê tudo parado precisa mostrar que nada está acontecendo, isso é parte dessa fase: as bicicletas e os patinetes de Curitiba parados, as ruas vazias”, explica.

São registros de uma fase imprevisível e cheia de readaptações. “Não observamos apenas uma imagem, mas uma emoção, uma mudança de hábitos ou detalhes que até então não eram percebidos com a correria do dia a dia. Através da arte fotográfica estamos mostrando emoções, o aprender a olhar pela janela e ver o que acontece lá fora”.

Foto 2 – Registro da quarentena em Curitiba/PR.

Desafio

Os alunos do curso de fotografia do Centro Europeu produzem um “diário da quarentena”, desafio feito pela Professora Tânia Buchmann.

A ideia é observar a rotina e registrar cenas criativas. “Eles precisam captar uma cena que retrate aquele dia, em situações como essas o objetivo é mostrar o que acontece nos ambientes familiares, para que seja entendido a magnitude da pandemia. Existe uma narrativa muito intimista dentro dessa rotina”, diz Tânia.

Foto 3 – Registro da quarentena em Curitiba/PR.

> As Fotos acima publicadas, são de autoria do Professor e Fotojornalista Marcelo Andrade. 

 

SERVIÇO:

Curso de Fotografia do Centro Europeu

Endereço: Rua Benjamin Lins, 999 – Sede Batel – Curitiba/PR.

Fone: 41 3233 6669

https://centroeuropeu.com.br/portal/cursos-de-profissoes/curso-de-fotografia/

(Por Andreza Rossini – Assessora de Imprensa
Comunicore – Comunicação e MKT)