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Author: Izabel Liviski

“AU COEUR DE MAI 68”, EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA NA ALIANÇA FRANCESA

“1968 foi o ano que o jornalista Zuenir Ventura imortalizou como aquele que ‘não terminou’ e que fez o filósofo francês Jean Paul Sartre confessar, tempos depois, que ainda pensava com perplexidade, no que havia acontecido: Nunca pude entender o que exatamente aqueles jovens queriam” (Sander, 2018).

O estopim da agitação na França foi o fechamento da Universidade de Nanterre, em 2 de maio daquele ano. Em pouco tempo, ganharam o apoio dos estudantes da Universidade de Sorbonne, que tomaram as ruas do Quartier Latin, em Paris. Além das barricadas e enfrentamentos violentos com a polícia, os manifestantes utilizavam as palavras como arma, com cartazes e pichações que continham frases irônicas.

“A imaginação no poder”, “Abaixo o realismo socialista, “Viva o Surrealismo”, “Sejam realistas, exijam o impossível”, “Ceder um pouco é capitular muito”, “Consuma mais, viva menos” , “É proibido proibir”, entre outras, eram as palavras de ordem. A partir dessas manifestações, sucessivos movimentos de protestos irromperam em diversas universidades de países da Europa e das Américas, que ganharam uma dimensão ainda maior com a ampliação das revoltas para a classe trabalhadora.

Foto: Philippe Gras

Segundo o jornalista e escritor Roberto Sander, “este foi um ano-chave para a história mundial e brasileira, repleto de episódios emblemáticos, além do Maio Francês e a Primavera de Praga, na Europa, a Passeata dos Cem Mil e a imposição do temido AI-5, num Brasil subjugado pelo regime militar.  O que aconteceu, a meu ver, foi uma reação da juventude que se sentia encurralada pelas pressões de mais de duas décadas de Guerra Fria. Resistia-se aos processos de manipulação das grandes mídias que funcionavam como difusores da ideologia capitalista.

Ao mesmo tempo, havia também rejeição ao socialismo opressivo imposto pela União Soviética aos países do leste Europeu. Os rebeldes parisienses diziam que ‘a humanidade só seria feliz quando o último capitalista fosse enforcado nas tripas do último burocrata stalinista’. Isso resumia o espírito contestatório da época.”, conclui Sander.

Foto: Philippe Gras

Para marcar os 50 anos dos eventos de maio de 1968 na França, a exposição Au Coeur de Mai 68 traz as imagens de Philippe Gras (1942-2007) realizadas naquele momento. Elas nos dão um testemunho dessa época que é tanto feita de História quanto de mito. Durante os famosos eventos parisienses, os fotógrafos eram numerosos no palco dessas ações.

E Philippe Gras é um daqueles fotógrafos que souberam capturar não apenas o momento e o gesto, mas também o signo e o significado desse período de revolução e inovação.  O relato fotográfico de Gras difere de toda a documentação já conhecida, pela qualidade artística de suas imagens e pelo olhar ao mesmo tempo empático e distanciado.

Foto: Philippe Gras

A exposição Au Coeur de Mai 68 é realizada pela Aliança Francesa de Curitiba e pelo Ministério da Cultura (MinC) por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Rouanet), e está em cartaz no Café Babette.

Sobre o Autor:

 

 

 

 

Philippe Gras 

  • 1942 – Nasceu em Paris, em 16 de abril, no 15º distrito;
  • Anos 1960 – Cursa a École Supérieure des Arts Graphiques, trabalha com fotografia de moda; primeiras reportagens sobre shows de jazz;
  • 1967 a 1982 – Atua como fotógrafo free lance especializado em criação contemporânea (música,
    dança, teatro), colabora para as revistas Actuel, L’Art Vivant, Jazz Hot, etc.;
  • Anos 1960 a 1990 – Participa de vários festivais de teatro e música modernos (Amougies, Ilha de Wight, Saint-Paul de Vence, Noites da Fundação Maeght, Festival pan-africano de Argel), colaboração regular com o Festival das Artes Contemporâneas de La Rochelle e o Festival de Outono de Paris; maquetes et ilustrações de capas de discos e CDs;
  • 1970 a 1983 – Assistente e fotógrafo de cinema com os cineastas Alain Corneau, Lê Lam, Jean-Noël Delamarre; coautor de duas média-metragens sobre o músico Don Cherry e sobre o escultor Raymond Delamarre;
  • 1988 – Livro de fotografias sobre os templos de Angkor com textos de Michel Butor e Nouth Narang;
  • 1982 a 2007 – Colabora com a Agência pelo desenvolvimento regional do cinema; artigos et livros sobre iconografia popular e sobre salas de cinema; séries fotográficas sobre o metrô parisiense, Maio de 68, o London East End, os cartazes de cinema, a tatuagem. Viagens e reportagens no Butão, no Irã, na Coreia do Sul, no Camboja, no Vietnã, e na Hungria;
  • 2007 – Morte súbita no seu domicílio parisiense em 22 de fevereiro no 13º distrito; homenagens no jornal Le Monde e na rádio France Culture.

Na opinião de seus comentadores, Philippe Gras foi não apenas um fotógrafo independente, mas também um espírito independente, que se recusou a fazer concessões. Durante toda a sua vida, ele tentou focalizar sua câmera apenas em obras, temas, artistas em que acreditava, com quem manteve em alguns casos uma longa amizade e em fenômenos sociais que lhe pareciam importantes.

Referências:
SANDER, Roberto, 1968 – Quando a Terra tremeu, Editora Vestígio, S.Paulo: 2018

 

Café Babette – Foto: Izabel Liviski

SERVIÇO:

Exposição: Au Couer de Mai 68 
Data: 01 a 31.06.18
Horário: 9h às 21h
Local: Café Babette – R. Prudente de Moraes, 1101 – Centro – Curitiba/Pr.

 

 

INTERNACIONALIZE-CE 2018 NO CENTRO EUROPEU: EMPREENDEDORISMO SOCIAL, UMA VIAGEM À ÁFRICA

“Muito se fala sobre empreendedorismo social e voluntariado, mas pouco sobre os meios para realmente fazer acontecer, utilizando nossos verdadeiros talentos e propósitos de vida. Vamos debater sobre essas práticas e conhecer como elas podem ser aplicadas em trabalhos humanitários em lugares como o Quênia, na África.”

É sobre essa questão importante entre outras, que José Lucas Seleme, um curitibano de 22 anos de idade, vai falar nesta sexta-feira dia 15, no projeto que o Centro Europeu vem desenvolvendo, o InternacionalizeCE 2018. Zé Seleme, como é conhecido, tem o sonho de ajudar a transformar a vida de uma pequena comunidade no norte do Quênia, na África Oriental, e para isso organizou uma ONG em 2011 para arrecadar dinheiro e investir na educação das crianças da comunidade de Buuri, no norte daquele país.

Bandeira do país.

 

E a ideia se tornou um propósito de vida. Segundo Seleme, o que o motivou a querer ajudar o povo daquele país foi a hospitalidade com que foi recebido na primeira vez que visitou o Quênia. “O carisma do povo, como eles são acolhedores, como mesmo eles não tendo nada, ainda fazem questão de te dar alguma coisa, de te acolher. Então, isso foi fazendo cada vez mais eu me sentir em casa”.

Nesse país, mais da metade da população vive com menos de US$ 1 por dia. O Quênia oferece educação gratuita às crianças apenas até os treze anos de idade, enquanto no Brasil, por exemplo, é possível ir desde a pré-escola até o pós-doutorado em instituições públicas, sem custo algum.

Estudantes no Quênia.

Por falta de condições, a maioria das crianças quenianas para de estudar assim que completa a idade máxima do ensino gratuito. Com a ONG, Seleme acredita que possa tentar mudar a realidade local, oferecendo ajuda financeira às famílias carentes. Zé Seleme co-fundador e presidente da Ong Endeleza, explica que essa palavra significa “prosperidade” na língua local, e que adquire doações que são repassadas às famílias atendidas pelo grupo formado não só por ele, mas também por amigos. As doações podem ser feitas pela internet, com cartão de crédito, e os interessados ajudam para que o grupo possa desenvolver os projetos na África.

Uma das ideias que a entidade colocou em prática, é a de usar a agricultura para também financiar o projeto, e esta surgiu da necessidade de quebrar o vínculo de dependência entre as comunidades locais e as doações, que caíram desde o início da crise financeira. “O nosso objetivo sempre foi a autossuficiência, queríamos encontrar uma fonte própria de geração de recursos no Quênia. A queda nas doações só aceleraram esse processo”, explica Seleme. Ao todo, 250 crianças e 70 famílias são assistidas pela ONG neste projeto.

Letícia Usanovich e Zé Seleme com as cebolas plantadas através do projeto.

Letícia Usanovich, a diretora de projetos da ONG Endeleza conta que vários fatores pesaram na escolha da cebola. “Nós precisávamos de um produto de ciclo rápido e de alta durabilidade. A cebola rende três safras por ano. E se bem armazenadas, duram até 90 dias. Metade da cebola usada no Quênia é importada da Tanzânia, o que demonstrou uma deficiência na produção local”, afirma. Segundo Usanovich, a ONG contou com o apoio de técnicos e consultores, que ajudaram nos estudos de mercado e análises de clima e solo.

Plantio de cebolas no projeto da ONG Endeleza.

No Quênia, o sistema de ensino apesar de público, não é gratuito. A população é encarregada de custear as despesas que os filhos têm na escola, como merenda, material didático e uniforme, além do salário dos professores. No entanto, são poucas as famílias que conseguem arcar com os custos da educação. De acordo com dados de 2014 da UNESCO, o Quênia é um dos países com maior número de crianças fora da escola, contabilizando mais de 1 milhão. Apesar da expectativa de que uma criança tenha vida escolar de no mínimo 11 anos, lá a média nacional cai para 6 anos. Esses dados demonstram a importância de projetos como esse da ONG Endeleza, na África.

SERVIÇO:

No dia 15 junho, sexta-feira, às 19h30, Empreendedorismo Social,no Auditório Livraria da Vila (Shopping Pátio Batel).

Endereço: Av. Batel, 1868 – Curitiba/PR.

Para informações: Centro Europeu (41) 3233-6669

www.centroeuropeu.com.br

 

 

Fonte: Gazeta do Povo (www.gazetadopovo.com.br)

 

CLARONE NO CHORO: Músico Sérgio Albach lança CD inédito na discografia brasileira.

Pense em uma roda de choro. Quais são os instrumentos normalmente presentes? Violão de 7 cordas, violão, cavaquinho e pandeiro usualmente fazem o acompanhamento, já a flauta, o bandolim e o clarinete brilham como solistas. O trompete, o trombone e o sax aparecem de vez em quando nesses encontros regados de versatilidade e riqueza onde o grande feito é improvisar. Mas quem ousaria solar com Clarone, ou também como é conhecido, Clarinete Baixo? Tal façanha só poderia ser executada por um virtuose: Sérgio Albach. E ousadia é pouco, para isso é necessário mesmo ter muita habilidade adquirida com muito estudo.

Este grande instrumentista, maestro e diretor musical está lançando um projeto inédito na discografia brasileira, um CD com clássicos do choro executados no Clarone, ou seja, o primeiro CD da história da música brasileira de chorinho tendo o Clarone como instrumento solista. Aliás, tal qual não há referência no mundo.

E ao ouvir esta maravilha, que carrega um timbre lindo, único e cheio de harmônicos, pensamos: como ninguém fez isso antes? Porque realmente não é para qualquer um, além de prodigioso, tal feito demanda muita dedicação, conhecimento e técnica. Apesar de pertencer à família dos clarinetes, o clarone não é muito conhecido, é pouco presente na música popular e não é fácil de ser praticado, mas sua evolução técnica como instrumento, na opinião de Albach, permitiu esse grande salto.

O CD Clarone no Choro nos brinda com 12 faixas do que há de melhor no estilo, quase todas compostas por clarinetistas, clássicos muito bem escolhidos.  Heitor Villa-Lobos, Ernesto Nazareth, Joaquim Callado, Jacob do Bandolim, Abel Ferreira são alguns dos que estão no repertório. Além de dois compositores radicados em Curitiba: Waltel Branco e Cláudio Menandro.

Esse disco lindo traz ainda dois duetos: um com Nailor Proveta (clarinete) e outro com Nelson Ayres (piano), convidados mais do que especiais. E como se fosse pouco, Sérgio Albach toca em trio com dois clarinetes a música Gargalhada, um dos choros mais difíceis e bonitos de Pixinguinha. O detalhe é que ele toca sozinho os três instrumentos. Literalmente de tirar o fôlego! Não tem como imaginar isso, só ouvindo ou vendo o show. É surpreendente!

Sérgio Albach e o Clarone

E a grande oportunidade será no dia 03 de junho, domingo, às 11h30, no Conservatório de MPB em Curitiba/PR, no primeiro show de lançamento. A entrada será gratuita. Já o álbum digital será lançado em breve em todas as plataformas virtuais. “Ouvir o CD de música brasileira do Sérgio Albach é uma alegria do início ao fim. Tudo soa fresco e cheio de vida. Adoro o som cheio e grave que ele consegue extrair do clarone. Recomendadíssimo!”, garante Sir Henri Bok, claronista holandês renomado internacionalmente, além de pesquisador, professor e compositor.

Tal vivacidade, com certeza, se deve ao fato de que o disco foi gravado à moda antiga, todos os músicos juntos, na mesma sala. Isto exigiu dois meses direto de ensaio. Foram cinco dias de imersão total em uma chácara, em Campina Grande, região metropolitana de Curitiba. “A qualidade musical e artística que se ganha em processos desse tipo é excepcional, tudo é mais divertido, mais rápido e a música se torna ainda mais viva porque os músicos ficam mais seguros e desenvolvem muita cumplicidade”, conta Albach. “Estou muito satisfeito com o resultado”, comemora.

Clarone no Choro reúne parceiros de primeira: Daniel Migliavacca, que tem foco no choro, compôs todos os arranjos, toca bandolim e também assina a direção musical do trabalho. A ficha técnica traz também Gustavo Moro (violão), Lucas Melo (violão 7 cordas) e Ricardo Salmazo (pandeiro e reco-reco).  “Sérgio Albach é uma cornucópia de onde emana música de muita qualidade, sempre com criatividade, técnica, beleza, bom gosto e emoção. Flores, muitas flores”, elogia o Produtor Musical e Radialista, João Carino.

Sérgio e grupo: Ensaio geral

 

SÉRGIO ALBACH

Sem exageros, ele é genial! Clarinetista, arranjador, compositor, maestro e curador, Sérgio Albach é um versátil e requisitado instrumentista nascido em Curitiba com inúmeras participações em gravação de CDs, concertos, espetáculos musicais e teatrais. Desde 2002 é o Diretor Artístico da Orquestra à Base de Sopro de Curitiba. Como pesquisador do choro, criou os projetos “Choro no Sebo”, “No TUC tem Choro” e em 2001 a “Roda de Choro do Conservatório de MPB” que existe até hoje.

Como clarinetista, lançou seu primeiro CD solo em 2010, o “Clarineteando”, e já soma mais de 50 participações em CDs. Faz parte do “Mano a Mano Trio” ao lado de Glauco Sölter e Vina Lacerda, grupo que já excursionou pelo Brasil, América Latina e Europa.
Foi curador da Oficina de Música Popular Brasileira de Curitiba durante 14 anos (2002 -2015). Dirigiu importantes produções musicais como “Uma Rosa Para Elizeth” e “Noël”, com lançamento de CD em 2009. Também compôs trilhas sonoras para peças teatrais e espetáculos de dança e vídeo.

Estudioso do clarone (clarinete baixo) desenvolve repertório de músicas solo escrita para esse instrumento. Neste formato já fez concertos em Maceió, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Curitiba e Maringá; no Festival de Clarinetes em Neuquen, na Patagônia e também em Berlim, na Alemanha e Treviso, na Itália. Conta com parcerias no palco com músicos do calibre de Amilton Godoy, Léa Freire, Altamiro Carrilho, Arrigo Barnabé, Egberto Gismonti, João Bosco, entre outros.

Para ouvir:

Sérgio Albach
www.facebook.com/sergioalbach.mus

Este projeto foi incentivado pelo Positivo por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

SERVIÇO:
Show de lançamento CD CLARONE NO CHORO, do músico Sérgio Albach.
Quando: 03/06 (domingo).
Que horas: 11h30
Onde: Conservatório de MPB (Rua Mateus Leme, 66) – São Francisco / Curitiba-PR.
Quanto: Entrada Gratuita.
Classificação: Livre
Informações: 41 3321 3315

Contatos:
Assessoria de Imprensa
Glaucia Domingos
41 99909 7837
glauciadomingos@hotmail.com

Produção Executiva
Juliana Cortes
41 99511 1873
jucortesproducao@gmail.com

 

 

CURSO FASHION BUSINESS NO CENTRO EUROPEU…

O Centro Europeu, uma das principais escolas de profissões da América Latina, acaba de lançar o curso “Fashion Business” que prepara profissionais para atuar em um dos segmentos que mais cresce no mundo, o empreendedorismo na moda.

Mais do que desfiles e tendências em roupas e acessórios, o mercado da moda é extremamente abrangente e está em constante expansão. No Brasil, o segmento é o segundo maior gerador de empregos no país, e de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções (ABIT), são mais de 32 mil empresas que empregam cerca de 1,5 milhões de pessoas. É lógico que investir neste mercado exige muita pesquisa, conhecimento e competências profissionais, e é com essas premissas que o Centro Europeu inova ao trazer mais esse curso para Curitiba.

Com uma abordagem dinâmica e multidisciplinar, o objetivo do curso é fomentar a produção local e o design autoral formando profissionais capazes de avaliar novos comportamentos de consumo e identificar o potencial de um negócio. “A intenção é ampliar o olhar profissional dos alunos, oferecendo as ferramentas necessárias para que eles entendam o mercado e desenvolvam habilidades e competências para transformar suas ideias em negócios”, explica Nicolle Gora*, supervisora do curso “Fashion Business” do Centro Europeu.

“Os participantes também serão incentivados a desenvolver projetos de forma criativa e colaborativa, trabalhando com pessoas de diversas áreas como fotografia, cinema, artes visuais, e empreendedorismo, em um espaço que inspira criatividade “, complementa a especialista.

Ministrado por mentores experientes e com destaque no mercado de trabalho, o curso tem duração de 4 meses e é composto por disciplinas pautadas nas principais tendências mundiais de empreendedorismo e design de moda. Economia criativa, mercado e profissões de moda, comunicação e branding, plano de negócios e Design Thinking, identidade de marca, método canvas de negócios de moda, formação de preço, estratégias de venda, estratégias de inserção no mercado são alguns dos assuntos abordados no curso que é voltado para empreendedores, profissionais e estudantes em geral.

Além do sólido embasamento teórico, os alunos serão constantemente inseridos na realidade do mercado de trabalho, estudando o dia a dia de empreendedores do ramo e participando de palestras, showroom, pitches e mentorias exclusivas, através de  professores que são também profissionais influentes no mercado, mentores de negócios e empreendedores capacitados em prestar consultorias a fim de desenvolver sua competência profissional e ampliar o olhar para realizar seus projetos.

*Nicolle Gora é consultora de Gestão em Moda. Formada em Artes Plásticas e Desenho de Estilismo de Indumentária pela Escola Superior de Desenho e Moda “Felicidad Duce” de Barcelona-Espanha. Licenciada emArquitetura e Urbanismo e Pós-graduada em Antropologia Cultural pela Universidade Católica do Paraná. Complementou seus estudos com cursos em Londres, na Saint Martins College of Art and Design. Cursos de extensão em Coolhunting, Pesquisa e Análise de Tendências ISAE-FGV e Coolhunting e Mindstyle na Universidad de Palermo, Buenos Aires. Participou de grandes feiras de moda como o Bread & Butter em Barcelona, trabalhou com produção de moda na Passarela Barcelona e como assistente de criação de estilistas catalães como David Valls.

A primeira turma do curso “Fashion Business” do Centro Europeu terá início no próximo dia 05 de maio, com aulas aos sábados, no período da manhã, das 08h30 às 11h45. As atividades serão realizadas na sede Batel (Benjamin Lins, 999). Mais informações pelo telefone (41) 3233-6669 ou no site www.centroeuropeu.com.br.

Obs. Algumas imagens desta matéria foram retiradas da Internet com objetivos ilustrativos, sem finalidades comerciais.