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O PAPEL DO PROFESSOR E O USO DA INTERNET NA ESCOLA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES

CHAVELLI DOMINIQUE LUIZ

VANISSE SIMONE ALVES CORRÊA

 

A Internet revolucionou o mundo e a educação. Desde seu surgimento, inúmeras possibilidades de aprendizagem surgiram. Torna-se necessário, portanto, refletir sobre essa temática. Para LOPES (2004):

A Informática vem adquirindo cada vez mais relevância no cenário educacional. Sua utilização como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vem aumentando de forma rápida entre nós. Nesse sentido, a educação vem passando por mudanças estruturais e funcionais frente a essa nova tecnologia (LOPES, 2004, p. 1).

A formação continuada pode dar ao professor a segurança necessária para a condução do trabalho pedagógico. Caso não tenha essa formação, o professor deve buscar por si mesmo sua  qualificação,  por meio do acesso à Internet, a troca com seus pares e a busca por uma literatura adequada e de qualidade.

A internet veicula uma grande quantidade de informações. Nem toda informação é conhecimento. Porém, entende-se que muitas informações podem ser transformadas em conhecimento, se formalmente organizadas em conteúdo escolar. Para Jordão (2009):

Diante da facilidade e ampliação no acesso às informações, cabe à escola o papel de orientar os jovens sobre como utilizar tais informações para que se transformem em conhecimento. O uso das TICs pode contribuir com o professor para criar espaços agradáveis e interessantes de aprendizagem, tornando suas aulas momentos adequados para o processo de gestão do conhecimento (JORDÃO, 2009, p. 1).

 

O uso das tecnologias na educação é uma realidade e também uma necessidade.   Não basta apenas colocar o equipamento na escola e “treinar” o aluno, pois antes de tudo, o que deve ser levado em conta é a formação humana e que tipo de cidadãos a escola quer conceber. Portanto, para Kampff (2006), a tecnologia na escola tem um duplo desafio: o social, referente à formação e o pedagógico, no sentido de facilitar o acesso aos conteúdos.

Este trabalho iniciou-se com a busca, junto ao Banco de Teses da Capes[1],  pelas pesquisas que continham descritores relevantes. Os resultados encontrados foram: uso da Internet na escola: 1920 trabalhos; uso responsável da Internet: 703 trabalhos; professor e uso da Internet: 840 trabalhos e papel do professor no uso da Internet: 153 trabalhos. O significativo número de trabalhos (3.616)  demonstra o interesse dos pesquisadores sobre o tema.

 

 

O PAPEL DO PROFESSOR NO USO DA INTERNET NA ESCOLA

A quantidade imensa de informações disponibilizada pela Internet pode ser acessada diretamente, por qualquer pessoa, em qualquer lugar. Ou seja, de maneira geral, não existe nenhum tipo de filtro que permita ao indivíduo escolher qual informação quer ou necessita tem que partir da consciência e do bom senso de quem acessa a Internet. No caso de jovens e crianças, que ainda estão em formação, é necessário que alguém os oriente a escolher e a selecionar as informações que possam ser úteis e relevantes. Como a escola também propicia esse acesso à Internet, entende-se que também ela, na figura do professor, deve se responsabilizar  por essa orientação. O professor é um profissional sobrecarregado. Sobre ele pairam inúmeras responsabilidades. Suas responsabilidades estão previstas, entre outras legislações, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei n.º 9394/96, em seu artigo 13:

 

Art. 13º. Os docentes incumbir-se-ão de:

I – participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;

II – elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;

III – zelar pela aprendizagem dos alunos;

IV – estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento;

V – ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional;

VI – colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade (Brasil, 1996).

 

Esse artigo explicita quais são os deveres e funções fundamentais dos professores. O inciso III, quando afirma que cabe ao professor “zelar pela aprendizagem dos alunos”, desloca a função do professor para além do repasse dos conteúdos. O verbo zelar inspira cuidado e proteção. Brandão (2010, p. 55), entende que “Se o docente não ‘zelar pela aprendizagem dos alunos’, não é digno do exercício da profissão a que se propôs”. Assim, compreende-se que além das responsabilidades legais, previstas ainda há outras funções inerentes ao professor, diretamente relacionadas à ética da profissão. A palavra ética pode ter vários significados. Neste trabalho optou-se pela seguinte definição: ciência da conduta (ABBAGNANO, 2000). Ou seja, a ética define como alguém deve se comportar em determinado lugar ou função. Assim, a ética profissional do professor deve impulsioná-lo a trabalhar pelo bem de seus alunos. Nesse sentido, é seu dever aconselhá-los e orientá-los. Para Oliveira e Freitas (2006):

Crianças são crianças. O mundo, no entanto, é dos adultos. Por isso a preocupação de tantos pais e professores em preservar a infância de seus filhos e alunos de um mundo cada vez mais complicado. O conteúdo sem censura da Internet pode parecer a muitos uma ameaça à inocência e, até mesmo, segurança da garotada. Há na Internet todo tipo de informação de cunho reprovável: violência, pornografia e apologia ao racismo. Mas a rede também encerra uma grande porção do conhecimento humano. Porém, não há porque ter medo da Internet. Como todo meio de comunicação, ela merece cautela e capacidade do expectador de analisar seu conteúdo. Para as crianças, são os pais e professores os responsáveis por ajudá-las a entender como funciona a rede (OLIVEIRA e FREITAS, 2006, p. 1).

Além da falta de filtro das informações veiculadas pela Internet, é preciso levar em conta também o incremento das redes sociais. Muitos alunos possuem perfis no Facebook e no Google +, por exemplo. O professor deve aproveitar esse interesse dos alunos nessas ferramentas, para que, além de orientá-los ao bom uso das mesmas, também possam usá-las como um fomento para a aprendizagem. No site da Revista Nova Escola (http://revistaescola.abril.com.br/), uma reportagem assinada por Pechi (2014) traz algumas excelentes sugestões para isso, tais como:

  1. Faça a mediação de grupos de estudo
    Convidar os alunos de séries diferentes para participarem de grupos de estudo nas redes – separados por turma ou por escolas em que você dá aulas -, pode ajudá-lo a diagnosticar as dúvidas e os assuntos de interesse dos estudantes que podem ser trabalhados em sala de aula, de acordo com os conteúdos curriculares já planejados para cada série. Os grupos no Facebook (…) podem ser concebidos como espaços de troca de informações entre professor e estudantes, mas lembre-se: você é o mediador das discussões propostas e tem o papel de orientar os alunos. Todos os participantes do grupo podem fazer uso do espaço para indicar links interessantes.

  2. Disponibilize conteúdos extras para os alunos

    As redes sociais são bons espaços para compartilhar com os alunos materiais multimídia, notícias de jornais e revistas, vídeos, músicas, trechos de filmes ou de peças de teatro que envolvam assuntos trabalhados em sala, de maneira complementar. (…). Esses recursos de apoio podem ser disponibilizados para os alunos nos grupos ou nos perfis sociais, mas não devem estar disponíveis apenas no Facebook (…), porque alguns estudantes podem não fazer parte de nenhuma dessas redes. Para compartilhar materiais de apoio e exercícios sobre os conteúdos trabalhados em sala, é melhor utilizar espaços virtuais mais adequados, como a intranet da escola, o blog da turma ou do próprio professor.
  3. Promova discussões e compartilhe bons exemplos
    Aproveitar o tempo que os alunos passam na internet para promover debates interessantes sobre temas do cotidiano ajuda os alunos a desenvolverem o senso crítico e incentiva os mais tímidos a manifestarem suas opiniões. Instigue os estudantes a se manifestarem, propondo perguntas com base em notícias vistas nas redes, por exemplo. Essa pode ser uma boa forma de mantê-los em dia com as atualidades, sempre cobradas nos vestibulares.
  4. Elabore um calendário de eventos
    No Facebook, por meio de ferramentas como “Meu Calendário” e “Eventos”, você pode recomendar à sua turma uma visita a uma exposição, a ida a uma peça de teatro ou ao cinema. Esses calendários das redes sociais também são utilizados para lembrar os alunos sobre as entregas de trabalhos e datas de avalições. Porém, vale lembrar: eles não podem ser a única fonte de informação sobre os eventos que acontecem na escola, em dias letivos.
  5. Organize um chat para tirar dúvidas
    Com alguns dias de antecedência, combine um horário com os alunos para tirar dúvidas sobre os conteúdos ministrados em sala de aula. Você pode usar os chats do Facebook, do Google Talk, do MSN ou até mesmo organizar uma Twitcam para conversar com a turma – mas essa não pode ser a única forma de auxiliá-los nas questões que ainda não compreenderam. A grande vantagem de fazer um chat para tirar dúvidas online é a facilidade de reunir os alunos em um mesmo lugar sem que haja a necessidade do deslocamento físico (PECHI, 2014, p.1).

 

A mesma autora dá alguns conselhos para que o professor faça um trabalho adequado, não se expondo e tomando certos cuidados:

Mas, é evidente que em uma rede social o professor não pode agir como se estivesse em um grupo de amigos íntimos. (…)  Por isso, no mundo virtual, os professores precisam continuar dando bons exemplos e devem se policiar para não comprometerem suas imagens perante os alunos. Os cuidados são de naturezas diversas, desde não cometer erros de ortografia até não colocar fotos comprometedoras nos álbuns (PECHI, 2014, p.1).

 

Assim, é preciso lembrar que a ética profissional do professor deve estar sempre presente, mesmo nos ambientes virtuais. Além destas sugestões de trabalho, o professor deve tomar alguns cuidados, a seguir elencados:

 

– Estabeleça previamente as regras do jogo
Nos grupos abertos na internet, não se costuma publicar um documento oficial com regras a serem seguidas pelos participantes. Este “código de conduta” geralmente é colocado na descrição dos próprios grupos. Com o tempo, os próprios usuários vão condenar os comportamentos que considerarem inadequados, como alunos que fazem comentários que não são relativos ao que está sendo discutidos ou spams[2]*.

– Não exclua os alunos que estão fora das redes sociais
Os conteúdos obrigatórios – como os exercícios que serão trabalhados em sala e alguns textos da bibliografia da disciplina – não podem estar apenas nas redes sociais (até mesmo porque legalmente, apenas pessoas com mais de 18 anos podem ter perfis na maioria das redes).  A mesma regra vale para as aulas de reforço. A melhor solução para esses casos é o professor fazer um blog e disponibilizar os materiais didáticos nele ou ainda publicá-los na intranet da escola para os alunos conseguirem acessar o conteúdo recomendado por meio de uma fonte oficial (PECHI, 2014, p.1).

 

A autora ainda ressalta que todo esse trabalho deve ser comunicado aos pais, que deverão estar cientes do trabalho pedagógico desenvolvido nas redes sociais e deverão manifestar sua concordância para a efetivação doo mesmo.

Além destas sugestões, o professor deve estar atento a outras possibilidades da Internet. Não deve se fechar à tecnologia mas sim usá-la para desenvolver um trabalho interessante. Pode e deve fazer um trabalho interdisciplinar com questões envolvendo a Internet. Nas aulas, por exemplo, de Português, pode discutir textos que falem da Internet. Há muitos assuntos que podem ser trabalhados, mas sugerem-se alguns, mais relevantes:

– Bullyng e cyberbullyng: É necessário refletir sobre o bullyng  e também o cyberbullyng, o que ocorre com muita frequência. O professor pode mostrar aos alunos como isso ocorre, como se proteger e mostrar alguns filmes sobre a temática. Isso desenvolverá uma consciência de todos na turma e ajudará a barrar, impedir e até mesmo denunciar os casos que porventura possam surgir.

– Peer-to-peer (P2P): Explicar aos alunos como funcionam os chamados peer-to-peer, que possibilitam a troca e o compartilhamento de qualquer tipo de arquivo. Muitas vezes são usados para trocar filmes e músicas, mas esses aplicativos têm alguns problemas. Podem transmitir vírus e também possibilitar o acesso a produtos que têm direitos autorais. Se determinada música, por exemplo, tem direito autoral e é transmitida sem a devida permissão, o usuário incorre em crime. Um exemplo de Peer-to-peer é o site do Baixaki[3].

– Blogs: Hoje em dia é muito fácil criar e manter um blog, gratuitamente inclusive. O professor pode estimular seus alunos a criar um blog de interesse comum. O blog é como se fosse um diário virtual, uma ferramenta muito interessante.

– Pedofilia: Infelizmente, há muitos casos de pedofilia, que se iniciam com o uso da Internet e dela se utilizam para agredir crianças e jovens. O professor deve falar claramente sobre este assunto, esclarecendo e orientando os alunos para se manterem em segurança. Discutir e demonstrar os casos de pedofilia já descobertos pode alertar os alunos e evitar que os mesmos caiam em armadilhas virtuais.

– Facebook: O Facebook é uma febre e está se configurando como uma importante ferramenta de comunicação. Apesar de ser necessário ter 18 anos completos para se abrir um perfil, o que se vê é crianças e jovens de todas as idades com perfil no Facebook. Conversar, demonstrar e orientar como se usar o Facebook é uma necessidade absoluta dentro da escola.

– Mecanismos de busca: Os mecanismos de busca são vários, mas o mais conhecido e acessado é o famoso Google. Para a pesquisa escolar, o uso do Google é muito importante. Nessa discussão sobre o Google é possível e desejável orientar que tipo de informação pode ser acessada e utilizada, bem como orientar sobre a questão das fontes, demonstrando para os alunos que toda informação que é retirada de algum lugar deve ser referenciada no trabalho. Isso abrirá também a possibilidade de discussão sobre o plágio, que vem se tornando um grave problema na pesquisa acadêmica. Também podem ser trabalhadas algumas questões básicas da Metodologia Científica, mesmo nos anos iniciais, como paráfrase, citação direta e plágio.

Há muitas atividades que o professor pode realizar, utilizando-se da Internet e fazendo um trabalho realmente significativo e de interesse para seu aluno. O que foi aqui elencado é apenas uma sugestão de trabalho inicial, mas que com a criatividade, interesse e energia de cada professor pode se enriquecer sobremaneira.

O fundamental é que se entenda que o professor não pode se omitir em relação ao uso das TIC’s. Deve aproveitá-las e utilizá-las como um suporte interessante e valioso para o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem. Além do dever profissional e legal que o professor tem de orientar seus alunos, há também o dever ético de ajudar as novas gerações a se colocarem no mundo de maneira saudável, autônoma e solidária.

[1] O Banco de Teses da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes,  disponibiliza o acesso às pesquisas realizadas nos programas de pós-graduação no Brasil. A busca foi realizada no mês de dezembro de 2014.

 

[2] “Spam é o termo usado para referir-se aos e-mails não solicitados, que geralmente são enviados para um grande número de pessoas. Quando o conteúdo é exclusivamente comercial, esse tipo de mensagem é chamada de UCE (do inglês Unsolicited Commercial E-mail)”.  In: http://www.antispam.br/conceito/  Acesso em 10/01/2015. *Nota das autoras.

[3]Baixaki é o primeiro e mais popular site que permite downloads (mais de 85 mil opções de programas para computador, jogos, jogos online e aplicativos para celulares). Figura entre os maiores sites do Brasil,  recebendo um grande volume de acessos provenientes de diversos países, em especial Portugal, Japão e EUA.

In: http://pt.wikipedia.org/wiki/Baixaki. (adaptado).  Acesso em 03/12/2014.

 

Referências:

ABBAGNANO, N. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Editora Martins Fontes, 2000.

BRANDÃO, C. F. LDB Passo a passo. São Paulo: Avercamp, 2010.

BRASIL. Senado Federal. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: n.º 9394/. Brasília: 1996.

BRITO, G.; PURIFICAÇÃO, I. Educação e novas tecnologias – um repensar. Curitiba: Editora IBPEX, 2008.

CARDOSO, A. L. T.; PEREIRA, J. B. O tutor e a atividade de tutoria na educação a distância. In: COSTA, M. L. F.; ZANATA, R. M. (orgs.). Educação a distância no Brasil: aspectos históricos, legais, políticos e metodológicos. Maringá: EDUEM, 2014.

COUTINHO, C. P.; ALVES, M. Educação e sociedade da aprendizagem: um olhar sobre o potencial educativo da Internet. Revista de Formación e Innovación Educativa Universitaria. Vol. 3, Nº 4, 206-225 (2010).

DIAS R. A.; LEITE, L. S. Tecnologias da informação e comunicação e protagonismo juvenil: o projeto “Jovens navegando pela cidade”. Tecnologia Educacional, v. 188, p. 45-60, 201

KAMPFF, A. J. C. Tecnologia da informática e comunicação na educação. Curitiba: IESDE Brasil S. A.: 2006.

LOPES, J. J. (2004). A introdução da informática no ambiente escolar. In> http://www.clubedoprofessor.com.br/artigos/artigojunio.htm

Acesso em 20/01/2015.

MARTINS S. C. M. ; ROZENFELD, C. C. F. (2012). O uso de TIC’s na formação de professores: redefinindo práticas de letramento à luz de uma abordagem crítica.

In: http://sistemas3.sead.ufscar.br/ojs/Trabalhos/31-764-1-ED.pdf

Acesso em 26/05/2014.

MENDES, J. TICs – Tecnologias da Informação e Comunicação Educativa. In: UFPR. Pedagogia. Magistério da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental. EaD. UFPR. Curitiba, 2011.

MORAN, J. M.; MASETTO, M. T.; BEHRENS, M. A. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2013.

MORIN, E. Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. São Paulo: Cortez: 2000.

MOURA, V. F. S.; PEDRA, M. F. P. A.; SANTOS, A. M. X. (2011). A formação de professores e as TICs: O uso do computador e laboratórios de informática nas séries iniciais do ensino fundamental básico. In: http://encuentro.educared.org/profiles/blogs/a-forma-o-de-professores-e-as-tics-o-uso-do-computador-e-laborat?xg_source=activity

Acesso em 23/05/2013.

OLIVEIRA, E. A. de; FREITAS, R. C. de. Uso responsável da Internet. Curitiba: Comitê para a democratização da Informática do Paraná, 2006.

PACIEVITCH, T. Tecnologia da Informação e Comunicação. (2007). In: http://www.infoescola.com/informatica/tecnologia-da-informacao-e-comunicacao/

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SILVA, C. D. A.; GARIGLIO, A. J. A formação continuada de professores para o uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC): o caso do projeto Escolas em Rede, da Rede Estadual de Educação de Minas Gerais. In: Rev. Diálogo Educ., Curitiba, v. 10, n. 31, p. 481-503, set./dez. 2010.

Imagens retiradas da Internet sem fins lucrativos.

Fonte das imagens :

http://posiembu.blogspot.com/p/em-azteca.html

http://www.agence.com.br/ead-empresas-melhores-resultados-corporativos/

  • Este trabalho é parte de uma pesquisa realizada pelas autoras para obtenção do título de especialista em Educação a Distância com Ênfase na formação de Tutores.

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Vanisse Simone Alves Corrêa é Doutora em Educação pela UFPR, professora adjunta da UNESPAR e estudante de Artes Visuais.

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