dez 07, 2018
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Dentre todas as formas de propriedade, a intelectual é a mais fugaz: se pode ser discutível a quem pertençam bens materiais, e se de acordo com certas ideologias “toda propriedade é um roubo”, nada mais deletério do que o pertencimento de uma ideia, criação, música ou poesia. No entanto, mesmo os maiores inimigos da posse de bens são absolutamente ciosos do que escrevem ou discursam e de seus direitos autorais sobre isto.

Na facilidade de uso do recurso “copia e cola” em computadores, o plágio de expressão de ideias atingiu um patamar escandaloso. O esperado de quem realiza uma pesquisa em textos é que os leia, reflita sobre eles estabelecendo nexo entre os vários que tenha consultado, concorde ou discorde se seu conteúdo, e por fim que apresente o resultado de seu estudo, citando as fontes e destacando devidamente as citações textuais. Em muitos trabalhos escolares, e pior, acadêmicos, não é o que ocorre, as ideias são reproduzidas como copiadas, muitas vezes truncadas, sem o menor respeito pelo seu “proprietário” ou menção a ele.

Ideias não têm dono, sua expressão sim. Os apaixonados creem na perenidade e temem a transitoriedade de seu amor, mas apenas Vinícius de Moraes escreveu: “...que não seja imortal, posto que é chama / mas que seja eterno enquanto dure”, versos que enamorados repetem de uma ou outra forma e, com certeza, o poeta não reclamaria da cópia, pois fala de algo que está na mente e coração de todos.

Até o século XVIII, dito “das luzes”, quando uma série de movimentos culturais e filosóficos mudou a concepção de mundo, plágios seriam até, de certa forma úteis, ao propagar ideias, levando-as onde de outra forma seriam inacessíveis. Muitas obras teatrais e literárias clássicas baseiam-se em contos e lendas anteriores, são releituras que não raro valorizam e eternizam o original, caso de muitas peças do próprio Shakespeare, por exemplo.

[caption id="attachment_6055" align="aligncenter" width="564"] Ilustração de Rhea Gaughan[/caption]

De certa forma, esta é uma declaração contundente de que toda criação humana é um palimpsesto, já que todo o produzido acontece pela anterioridade de outro. Hoje usamos expressões tais como redes digitais, ou até mesmo teias de conhecimento, para assegurarmos que qualquer ato criativo ou de inovação está assentado sobre a sabedoria acumulada em nosso processo civilizacional; qualquer texto se liga infinitamente a outros, num hipertexto que, em seus múltiplos links promovem diálogo com todo nosso passado científico, técnico, literário.

Assim, a interpretação de um texto nunca será exclusiva daquele que o produziu, dado que não é o seu único autor, trata-se sempre de uma polifonia, gerada pelas vozes de todos que nos antecederam, e mesmo os possíveis leitores farão parte desta elaboração no espaço e no tempo. É também conhecido dos neurologistas um esquecimento inconsciente, muitas vezes por traumas ou impactos psicológicos significativos, que pode afetar o reconhecimento de influências involuntárias ou até fontes de onde informações foram retiradas, a criptomnésia.

Neste caso, é difícil reconhecer se uma cópia foi intencional ou não, e por isso o plágio é sempre um grande desafio. Embora tipificado em lei, textos e informações encontram-se disseminados pela internet, e tem sido extremamente complicado reconhecer algum excerto, talvez todo um parágrafo, obtido sem citação de fonte ou cópia não autorizada, e assim autuar um plagiador não é tarefa simples.

Escolas tem convivido com a prática de apropriações indébitas, e atualmente, com a informatização crescente de todo tipo de produção textual, das melhores às piores, isso vem sendo amplificado de forma inimaginável até poucos anos passados; inclusive as áreas técnicas como a produção de softwares, pela quantidade de dinheiro envolvida, têm sido um alvo frequente de plagiadores.

Programas, principalmente aqueles de maior sucesso empresarial são reproduzidos, muitas vezes com modificações estruturais que mantem as mesmas funcionalidades, e da mesma forma desenhos, objetos, poemas. Incrivelmente, disso muitas vezes resulta inovação.

 

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O ambiente da Faculdade de História (FAHIST) da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) é um ambiente pequeno. Tratam-se de turmas de apenas quarenta estudantes, que entram uma vez por ano. Os primeiros alunos e alunas iniciaram seu curso em 2014, então só vão terminar as disciplinas e se formar ao longo do ano de 2018. A convivência, desta forma, entre discentes e docentes é talvez mais próxima que em outras faculdades e universidades. Não é incomum que os professores conheçam alunos e alunas pelos nomes e saibam, por vezes, os interesses de pesquisa de muitos. Diferente de outras universidades públicas - ou pelo menos da visão que se tem das mesmas - o perfil sócio-econômico de grande parte dos alunos e alunas da FAHIST não permitiria jamais que frequentassem cursos em instituições de ensino superior privadas. Nesse ambiente, que às vezes parece quase íntimo, iniciei minha primeira experiência de docência em uma instituição pública, em 2016. Mal havia iniciado meu primeiro semestre, representantes do Centro Acadêmico Dina Teixeira me consultaram sobre a possiblidade de dar um treinamento em terminologia e questões feministas. Naquele momento eu era a única mulher do corpo docente da FAHIST. Atribuí o convite a esse fato. O encontro foi marcado para um sábado a tarde, algo que me pareceu ser um erro operacional, posto que imaginei que os estudantes iriam preferir aproveitar as praias de rios daquele início de verão (do verão amazônico, que engloba os meses de julho a setembro). Fiquei bastante surpresa com a quantidade de alunos e alunas, que apareceram para me ouvir falar sobre feminismo num sábado de sol.  Admirei-me, ainda, quando percebi que estavam presentes quase todas as alunas que eu imaginava que não tinham obrigações familiares. Impressionei-me também com a quantidade de alunos. Enfim, foi uma tarde de surpresas agradáveis e de questões mais difíceis do que eu havia me preparado para responder. Eu já tinha iniciado as aulas há algumas semanas, mas esse “treinamento”, como chamaram, foi o que mais marcou o início da minha vida em Marabá. A partir daquela tarde, comecei a observar mais cuidadosamente aspectos do envolvimento político dos estudantes. Percebi rapidamente que um número grande deles se vinculava a diferentes movimentos sociais, como o Movimento Sem Terra, bem como outros movimentos camponeses do estado do Pará, e o Levante Popular da Juventude (ligado ao Partido Socialismo e Liberdade, PSOL). Grande parte dos alunos e alunas da FAHIST que são engajados politicamente se filiam a movimentos e idéias de esquerda. Antes de ser professora de História das Américas no sul do Pará, quase toda a minha experiência docente tinha sido no contexto de universidades e faculdades privadas na cidade de São Paulo. Quase sempre atuando em cursos de Direito ou Comunicação. Minha trajetória, desde a primeira experiência em 2008, tinha envolvido debates acalourados sobre as questões de políticas afirmativas, por exemplo. Se, em 2008, grande parte de meus estudantes de direito eram contra qualquer tipo de cota (e muitas das alunas se sentiam desconfortáveis em se dizer feministas); em 2015, todas as minhas salas de Comunicação na FIAM-FAAM tinham alunas e alunos negros que a despeito de não participarem de qualquer programa de ação afirmativa, mostravam-me novas problemáticas sobre sua luta cotidiana contra o racismo e o machismo. Como mulher branca, em um espaço urbano privilegiado em São Paulo, aprendi especialmente com minhas alunas negras que se empoderavam, faziam suas transições capilares e desabrochavam suas lutas a cada semana de aula. Desde 2014, o contato com muitas e numerosas turmas de estudantes me permitiram acompanhar os diferentes debates sociais. Esses debates, que iam se amplificando pelas redes sociais, culminaram nos movimentos que fez com que o ano de 2015 fosse proclamado o ano das mulheres na internet e o início da primavera feminina. Foi na companhia de muitas dessas alunas que pude fazer parte de passeatas feministas na Avenida Paulista, geograficamente muito próxima aos meus locais de trabalho e de residência. Quando me mudei para Marabá-PA, eu vinha dessa experiência de imersão na primavera das mulheres que tomava minha vida cotidiana de assalto. Ainda não era possível saber como a primavera das mulheres tinha mudado as vidas das jovens universitárias para quem eu lecionaria no Pará, ou quais as especificidades do engajamento político nessa região do país. As questões feministas que mobilizava minhas alunas paulistas, que vinham, frequentemente de lugares sociais menos privilegiados, tinham dificuldades em acomodar sua mobilização política com os expedientes de seus empregos. A grande maioria delas precisavam de horas de deslocamento para frequentar as aulas e, obviamente, também prescindiam das mesmas horas para chegar as marchas de mulheres que pudessem por ventura participar fisicamente. Em suma, minhas alunas paulistas estavam mobilizadas politicamente e atualizadas nos últimos debates digitais de gênero. Proporcionalmente poucas, contudo, conseguiam participar dos centros acadêmicos, coletivos, ou das marchas da Avenida Paulista (ou da região do Centro de São Paulo, como foi o caso da Marcha das Mulheres Negras de 2016). Quando cheguei ao campus da Unifesspa para oferecer o “treinamento” em questões feministas naquele sábado de sol, esperava apenas aquela minoria de alunos e alunas que se dedicam com mais afinco ao movimento estudantil nas universidades públicas. Encontrar a maior parte daqueles que frequentavam meus cursos regulares pareceu talvez algo “normal” de uma faculdade pequena. Qual não foi minha surpresa que para além de estarem atualizadas com as últimas terminologias, as alunas da Unifesspa, já tinham acumulado discussões profundas sobre ações afirmativas e queriam de mim outro tipo de contribuição. Queriam, por exemplo, explicações de apoio para ler a obra de Judith Butler. Queriam também saber o que eu tinha de traduções de Angela Davis para lhes emprestar. Estava dentre as minhas capacidades apenas ajudar na leitura da Judith Butler e, felizmente, em pouco tempo saíram as traduções de “Mulher, Raça e Classe” (2016) e “Mulheres, Cultura e Política” (2017) de Angela Davis. Mas sobre as lutas sociais do sul e sudeste do Pará eu sabia apenas o que tinha aprendido nas disciplinas de geografia agrária na Universidade de São Paulo (USP), no início dos anos 2000. Sobre as questões que marcavam as lutas das alunas da Unifesspa eu não sabia quase nada. Até me mudar para Marabá, casos como o do massacre de Eldorado de Carajás (1996) ou o assassinato da freira estadunidense Dorothy Stang, em Anapu (2005), chegavam a mim pela cobertura da grande imprensa. A vida na mesorregião do sul do Pará, entretanto, mostrou-me que os assassinatos de camponeses acontecem cotidianamente e apenas alguns ganham cobertura nacional, como foi o caso do recente massacre de Pau D’Arco, em maio 2017. A precariedade do respeito aos direitos humanos, atinge diferentes grupos rurais e urbanos todos os dias, sem que se noticie quase nada em escala nacional. Ficamos sabendo pelos estudantes e colegas que militam e acompanham diferentes movimentos sociais. E as notícias sobre os assassinatos são mais frequentes do que eu jamais poderia antecipar. Passados quase dois anos aqui, percebo que muito da ampla mobilização política dos estudantes da FAHIST é, por vezes, uma questão de necessidade. Nossos alunos e alunas estão sempre presentes nas passeatas (cruelmente longas, em estradas descampadas e sempre sob altas temperaturas). Estão também sempre entre os primeiros a unir suas vozes ao grito dos oprimidos, que marca o início das passeatas e alguns outros atos públicos. Um grande número deles utiliza as semanas de férias para participarem de vivências em diferentes assentamentos ligados ao Movimento Sem Terra. Outros muitos se vinculam ao Levante Popular da Juventude e frequentam seus encontros para discutir diferentes questões do atual momento político. Aqueles alunos e alunas que não se identificam com as agendas políticas de movimentos já consolidados, fundam ou participam de coletivos feministas ou ligados às questões LGBT. Nesse breve período vivendo em Marabá, testemunhei alunos e alunas da FAHIST participarem e liderarem ocupações e greves contra o atual desmonte do estado. Percebo, atualmente, que não estão mobilizados politicamente apenas porque escolheram o curso de história, mas por que enxergam a mobilização política como uma das poucas alternativas mudança ou mesmo de manutenção de alguns dos poucos ganhos políticos recentes. Em uma região cuja presença do estado se dá frequentemente apenas pela via da violência, a vinculação aos movimentos sociais pode ser uma alternativa de sobrevivência.  
USO E ABUSO DE DROGAS EM COMUNIDADES INDÍGENAS
maio 04, 2018

USO E ABUSO DE DROGAS EM COMUNIDADES INDÍGENAS

Leia a contribuição do leitor Aquicélio Oliveira na coluna Espaço do Leitor

Aquicélio Oliveira

O uso do álcool em comunidades indígenas aumentou consideravelmente nos últimos anos e passou a ser um problema de saúde pública. Porém, é necessário levar em consideração aspectos ligados a moral e a ética indígena, uma vez que a cultura dos mesmos é diferente da cultura ocidental e buscar, sobretudo, entender as razões pelas quais há resistências. Há diversas restrições quanto ao acesso de outras pessoas nas comunidades indígenas, pois há, sobretudo, a preservação cultural e medo de se perder ainda mais os costumes estando em contato direto com outros povos que não o indígena de sua etnia. De acordo com o diretor da escola presente dentro da comunidade indígena, a falta de informação acerca dos problemas de saúde mental sobretudo, podem leva-los a um ponto crítico, na medida em que não por parte deles conhecimento sobre os males do abuso do álcool e de outras drogas, e com o constante desenvolvimento de novas drogas pode-se perder uma comunidade inteira devido à falta de informação. Contudo, é necessário pensar não somente na necessidade do nosso serviço na comunidade como também na aceitação do mesmo. Mesmo havendo, de acordo com o diretor, as restrições importas podem dificultar a realização e a comunidade indígena pode ser prejudicada por continuar havendo falta de informação quanto as questões inerentes ao uso e abuso do álcool e outras drogas com capacidade psicoativa e psicotrópica. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Desde o descobrimento do Brasil pelos portugueses em 1500 a cultura indígena foi dizimada havendo o que pesquisadores como Felix de Melo (2011) um genocídio aos índios. Com o passar dos anos, o índio vem perdendo cada vez mais o seu espaço no meio social uma vez que a mata que é tida pela cultura indígena como algo sagrado e parte de suas “religiões” vem se tornando fazendas e com isso os índios perdem totalmente seus direitos sobre ela. Desta forma, a relação dos povos indígenas e o restante da comunidade brasileira, sobre tudo o estado, é marcada por conflitos em relação as suas terras e a tentativa de manter a identidade indígena. Atualmente, a colocação do índio na sociedade brasileira é marginalizada. Com isso, a pouco investimento por parte do poder público para a preservação e continuidade da cultura destes povos. O consumo de álcool e outras drogas pela população indígena: De acordo com a FUNASA apud Felix de Melo (2011), o alcoolismo está entre as enfermidades mais comuns nos grupos indígenas brasileiros, com destaque para as regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, tendo como agravante a aproximação das populações indígenas das não-indígenas. O contato interétnico, segundo Souza e Garnelo apud Felix de Melo (2011), iniciou-se há mais de três séculos e propiciou a introdução da bebida destilada na comunidade indígena, favorecendo mudanças na organização destas sociedades, com modificações mais amplas na cultura indígena. (FÉLIX DE MELO, p. 3 2011). O álcool é a droga mais utilizada nas comunidades indígenas brasileiras. De acordo com Marrot (2004) o alcoolismo traz com ele a dependência, abstinência, distúrbios de ansiedade e um dos mais importantes, o Delirium Tremes, que pode ser fatal, o alcoolismo é um termo enérgico que indica um possível problema, mas para melhor precisão é preciso diagnosticas quais são os distúrbios que estão afetando o paciente. Para Marrot (2004) existem dois mecanismos que são obedecidos pelo comportamento de repetição, que é  o reforço positivo, que busca o prazer, para obter satisfação, e o reforço negativo que busca um comportamento de evitação de dor, e uma pessoa na busca pelo álcool acaba obedecendo então ao reforço positivo e negativo, no começo a pessoa procura um prazer no qual a bebida proporciona, e depois que a pessoa não alcança mais esse prazer, ela não consegue achar uma forma de parar de beber porque sempre quando o sujeito tenta parar vem os sintomas da abstinência, e para evitar, a pessoa continua o uso do álcool. Para o desenvolvimento de práticas que visem combater o problema do alcoolismo e também de outras possíveis drogas psicotrópicas faz se necessário pensar a moral indígena; a sua cultura e o conjunto de leis, crenças e práticas que dão identidade para estes povos, como meio para se obter melhores resultados e garantir melhor entendimento acerca de quem eles são e no que eles acreditam. De forma geral, é necessário refutar preconceitos a fim de buscar um bom resultado, se atentando às necessidades e peculiaridades dos mesmos. A intervenção se pauta na questão do consumo do álcool podendo se estender a outras drogas psicotrópicas, desta forma, é preciso tratar da questão de forma ética, pois o uso de substancias psicotrópicas incluem também outros riscos à saúde do sujeito e também é possível encontrar situações delicadas como por exemplo questões sexuais ligadas ao uso destas substancias e cabe ao profissional manejar tais situações de forma ética sem exposições desnecessárias e até mesmo fazendo outras intervenções se necessário. REFERENCIAS FÉLIX DE MELO, Juliana Rízia et al. Implicações do uso do álcool na comunidade indígena potiguara. Physis-Revista de Saúde Coletiva, v. 21, n. 1, 2011. MARROT, Rodrigo. Alcoolismo: Transtornos relacionados por semelhança ou classificação. Psicosite, Rio de Janeiro, v. 15, 2004.   Aquicélio Oliveira é formado em Filosofia (2015 a 2017). Atualmente cursa Psicologia (2014 a 2018). Atuou na empresa GERAR no setor social e institucional  (2015 a 2016). No momento, é estagiário do Colégio Estadual Daniel Rocha (PR).      

Email para contato:

aquicelio.oliveira@outlook.com

 
Traduções possíveis
out 10, 2017

Traduções possíveis

Depois que naves alienígenas pousam em diversas partes do mundo, inclusive nos Estados Unidos, a linguista Louise Banks (Amy Adams) e o físico Ian Donnelly (Jeremy Renner) são convocados pelo governo americano para decifrar a língua e os planos dos visitantes.